⚠️ ATENCIÓN a esto de Andrea Stella 🤯 "En la clasificación aquí en Monza tendremos velocidades en recta más bajas que en Hungría" ¿Lo de este finde qué va a ser? #F1 #ItalianGP 🇮🇹 https://t.co/NQ65KX9GE0 #F1 #ItalianGP #Monza
⚠️ ATENCIÓN a esto de Andrea Stella 🤯 "En la clasificación aquí en Monza tendremos velocidades en recta más bajas que en Hungría" ¿Lo de este finde qué va a ser? #F1 #ItalianGP 🇮🇹 https://t.co/NQ65KX9GE0 #F1 #ItalianGP #Monza
No quiero dejar pasar una nueva ocasión para recordar que, entre todos los escándalos, @Renfe sigue siendo uno de ellos. No cumple horarios, envía los avisos de demora diez minutos después de haberlos incumplido y, cada vez, las carencias del trazado son más evidentes en todos los trayectos (ruidos, vibraciones, incidencias técnicas, reducción de velocidades,…). Oscar Puente, dimisión. #Renfe #Transporte #Dimisión
«El espacio está lleno de partículas de muy alta energía que se desplazan a gran velocidad. Y, en ocasiones, esas partículas chocan contra distintos objetos -continúa-. Si un rayo cósmico golpea la cámara con el ángulo adecuado, puede crear una enorme cantidad de electrones en varios píxeles de la imagen (...) Así que, cuando la cámara lee la imagen, aparece una gran franja blanca y brillante que puede adoptar muchas formas, tamaños y configuraciones diferentes y que, básicamente, puede aparecer en cualquier lugar de la fotografía»
Josué Canales, bronze medalist in the 800 meters at the 2025 World Championships, has decided to move to Australia to train in order to regain his speed and return to his best form, after a difficult year in Spanish athletics. (translated)

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
Lesões ligam alerta, mas números de Anthony Valencia animam o Flamengo. O atacante teve 6 afastamentos por lesão nas temporadas 2022/23 e 2023/24. Foram 583 dias fora e 80 jogos perdidos. • HISTÓRICO DE LESÕES Os casos mais graves foram uma lesão muscular que o tirou por 135 dias, uma fratura na tíbia (161 dias) e uma ruptura dos ligamentos cruzados (229 dias). • VALENCIA PASSOU A JOGAR MAIS Depois do período mais complicado, o atacante voltou a acumular partidas pelo Antwerp. Foram 29 jogos em 2024/25, e 27 jogos em 2025/26. O rendimento ofensivo também cresceu: 2 gols e 1 assistência em 2024/25, 4 gols e 2 assistências em 2025/26 e 3 gols em 3 jogos nesta temporada. • NÃO CHEGA COMO GOLEADOR Valencia soma 12 gols na carreira e teve como temporada mais artilheira a de 2025/26, com 4 gols. O Fla aposta principalmente em velocidade, intensidade, mobilidade, drible e capacidade de desequilíbrio. O equatoriano atua mais pela direita, mas também pode jogar por dentro. • COMPARAÇÃO COM PLATA Valencia registra mais distância percorrida e sprints por jogo do que Plata. São 18,5 sprints por partida, contra 12,7 do compatriota. Plata, por outro lado, leva vantagem na velocidade máxima, com 33,47 km/h. A aposta do Flamengo está em um jogador capaz de manter intensidade nos jogos, além de dar versatilidade ao ataque. 🗞️ @lancenet 📸 Adriano Fontes/CRF #Flamengo #Futebol #Lesões
Es un 1T impresionante del Barça en lo ofensivo. Velocidad tremenda en la circulación con Pedri/Bernal a gran nivel, y un ataque que hunde y le mete mucho ritmo. Y Xavi Espart. Brutal su impacto. #FCBarcelona #LaLiga #Fútbol
Formula 1 will return to Madrid after more than 40 years with the 2026 Spanish Grand Prix, which will be held from September 11 to 13 at the new urban circuit MADRING, offering an exciting mix of speed and automotive culture. (translated)

Dr. Andrea Reyes warns that eating in less than 20 minutes prevents the brain from recognizing satiety, which can lead to excessive food consumption and digestive discomfort, suggesting that paying attention to the speed of eating and chewing properly can improve digestion and the feeling of fullness. (translated)

40 goles por año haría Driussi sin lesiones en un equipo normal. Y con Correa, Almada y Andrada detrás suyo podría meter 60. Vimos 5 paredes de estas en velocidad en todo el primer tiempo después de 50 años. Mejor tarde que nunca. https://t.co/2oo35UOmVq #Driussi #fútbol #goles
Gabriel Jesús, Gordon, Adeyemi y Bisiwu se suman a Raphinha y Lamine en la revolución ofensiva del Barça. Presión, intensidad, velocidad y mucha calidad arriba. Sumamos a Cancelo (siempre top) y al Balón de Oro y mejor del mundial, Rodri. Y puede haber uno más. PLANTILLÓN 👏 #FCBarcelona #Fútbol #Transferencias
La diferencia técnica, física y táctica entre Real Madrid y Málaga es demasiado grande. Son 45 minutos espectaculares del Real Madrid con una velocidad altísima en la circulación del balón y muchas opciones en ataque. #RealMadrid #Fútbol #LaLiga
Claro que é um recorte muito curto, mas os primeiros momentos do Colidio aqui são animadores. Muito participativo nas duas fases, identifica rapidamente as vantagens, tem altura e força para duelar, técnica e velocidade para arrastar, veneno na bola parada. Os gols logo vão sair #Colidio #Futebol #Esporte
Que llegan a 350 km/h al final de la recta y hacen esto. Es una salvajada incomprensible para cualquiera que no esté mal de la cabeza. https://t.co/sLOpFZuX4g #Velocidad #Automovilismo #Increíble
É PRATA PARA O BRASIL! 🥈🛶 Jacky Godmann e Gabriel Nascimento conquistaram o segundo lugar da categoria C2 500m no último dia do Mundial de Canoagem Velocidade de Poznan, na Polônia. BRABOS DEMAIS! 👏 📸 Fábio Canhete/CBCa #TimeBrasil #Canoagem https://t.co/bdkvcOkvG8 #Canoagem #Brasil #Mundial
A minha passagem "baixa" falhada. Em 2004 regressava ao Porto vindo de Gelsenkirschen trazendo a bordo a equipa do @FCPorto e a Taça da @ChampionsLeague num voo que atravessou meia Europa com o call sign CHAMPS. Pouco antes do início da descida perguntei a Reinaldo Teles, adjunto de Pinto da Costa, o que ele achava se antes da aterragem fizéssemos uma passagem sobre o estádio do Dragão onde milhares de adeptos aguardavam a chegada dos campeões. Ele achou a ideia excelente e até me deu o número de telefone do responsável pelas luzes do estádio para que as acendesse de forma a termos uma referência visual inconfundível. O contacto seria feito pela torre de controle do Porto quando oportuno. Ficou claramente estabelecido que esse sobrevoo seria feito em total coordenação com o controle de tráfego aéreo e que em caso algum desceríamos abaixo da altitude de segurança naquele sector que era de 3.000 pés (1.000 metros). Isso permitia que o sobrevoo de realizasse com uma margem de segurança de pelo menos 500 metros, o suficiente para que o A340 da TAP fosse claramente visto e ouvido pelos adeptos. Estaríamos configurados com flaps e gear down para que a velocidade fosse relativamente baixa e os motores mantivessem um regime moderadamente elevado. Seria a cereja no topo do bolo no final daquela viagem inesquecível. Só que ... Só que o nevoeiro matinal tão frequente no Porto deitou por terra os nossos planos. Kaput! Vem isto a propósito da recente passagem baixíssima de dois E195 da Airlink sobre um estádio cheio de gente em Cape Town. Nunca tal coisa me passaria pela cabeça mesmo com um avião vazio mas, enfim, cada um é como é. #FCPorto #ChampionsLeague #Aviacao
📺 💬 Renan Santos nega ter passado 4 dias se preparando para a sabatina do Jornal Nacional, mas confirma ter feito um “intensivo” para diminuir a velocidade da fala: “Tive agenda externa na maioria dos dias [anteriores]”. https://t.co/LHFZHaaPNX #RenanSantos #JornalNacional #DebatePolitico
Everything is ready for the launch of the Nancy Grace Roman Space Telescope, which is expected to lift off tomorrow to map the universe at an unprecedented speed, surpassing the capabilities of Hubble and James Webb. (translated)
