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#rede

Er leven zo'n honderd Russen van wie we niet precies weten wat ze doen. Er gaan mensen het pand in die door onze diensten om bepaalde redenen in de gaten worden gehouden. En bezoekers worden benaderd of ze meer kunnen betekenen voor Rusland.

Russisch 'spionagehuis' in hart van Berlijn moet dicht: 'We waren te mild'
nos.nl

Meu medo é dormir e perder a prisão de Alexandre de Moraes sendo transmitida ao vivo em rede nacional. #AlexandredeMoraes #prisão #aoVivo

A police report reveals the coordination and intensive use of social media by the assailants during the massive assault on the Ceuta border, highlighting the active participation of Moroccan authorities in guiding migrants and the strategic dissemination of messages to facilitate entry. (translated)

Los mensajes que se enviaban los asaltantes de Ceuta: "La poli lleva ropa normal, bajad a Castillejos..."

Rogério Marinho (PL-RN), COORDENADOR DA CAMPANHA DO FLÁVIO BOLSONARO, deu um ativo eleitoral gigantesco pro Lula ao votar CONTRA o fim da escala 6x1. Isso precisa ser bastante explorado na TV, redes e debates. O povo precisa saber que a 6x1 continuará se Flávio for eleito! https://t.co/ON3kC9Tjhk #Eleições2024 #FlávioBolsonaro #RogérioMarinho

Aprovado o fim da 6x1 na CCJ do Senado. Agora é mobilização total nas redes para que o Alcolumbre paute ainda hoje a matéria no Plenário do Senado. Não podemos permitir que o Flávio Bolsonaro e os inimigos dos trabalhadores adiem a votação mais uma vez! VAMO PRA CIMA! https://t.co/GqD10yEJw8 #Senado #Mobilização #Votação

O Voz da Arquibancada FC agradece publicamente pelas inúmeras mensagens positivas que estamos recebendo dos torcedores em reconhecimento ao trabalho realizado. É muito gratificante saber que, de alguma forma, estamos contribuindo neste processo tão difícil e necessário: levar informações corretas, com transparência, responsabilidade e sem qualquer viés político ou interesse financeiro ao torcedor corinthiano. Nosso agradecimento também a todos os parceiros que estão nessa mesma luta por meio de seus canais e perfis nas redes sociais. Hoje, mais uma vez, essas pessoas colocaram o Corinthians acima de qualquer vaidade, disputa por audiência ou interesse pessoal e direcionaram seus públicos para acompanhar nossa entrevista. Agradecemos, de forma sincera, a absolutamente TODOS que ajudaram a divulgar, compartilhar e fortalecer esse trabalho. Entre tantas manifestações que acompanhamos no chat durante a live, deixamos um agradecimento especial ao Reis (@tapanaorelhayt ), Douglas Blasi (@BlasiDouglas ), Samuka (CTC @canalctc ), Manfio (@Corintiamo78 Lança (@rodrigolanca12 ) (IDC - @IDCorinthiana ), Marcelo e Diogo(@DiogoRanzani ) (FMF @falamuitofiel ), Delecrode( @_delecrode ), Presida(@presidatv ), Salve Drew (@Salvedrew ), Cacá Catalão(@cacacatalao e Teleco (@TelecoSCCP). Mais uma vez, nosso muito obrigado a TODOS! Quando o Corinthians está acima das vaidades, quem ganha é o torcedor. Voz da Arquibancada FC Informação, transparência e compromisso com o Corinthians. #Corinthians #Futebol #Torcida

Qué locura las redes sociales de Olympiacos totalmente invadida por mexicanos 🤣 Cuando estaba Santiago Giménez en Países Bajos, la gente del Feyenoord me dijo que estaban sorprendidos con todo lo que generaba un fichaje mexicano en Europa. Rompió récords de interacción. #Olympiacos #Fútbol #SantiagoGiménez

Lula 5h

Hoje demos mais um passo importante para tornar o atendimento no SUS mais eficiente, fazendo com que quem depende da rede pública tenha acesso cada vez mais rápido ao cuidado de que precisa. Sancionei uma lei que fortalece o atendimento às urgências cardiovasculares no SUS. Na prática, ela amplia as condições para que medicamentos que ajudam a dissolver coágulos possam ser usados mais rapidamente, inclusive nas UPAs, no SAMU e em outros serviços de urgência e emergência, quando houver indicação médica. Quando uma pessoa sofre um infarto ou um AVC, cada minuto conta. E é por isso que eu digo que na saúde, não estamos falando de gasto. Estamos falando de investimento na coisa mais sagrada que existe: salvar vidas. Isso faz parte de uma história que começamos há muitos anos. Criamos o SAMU, ampliamos as UPAs e agora seguimos fortalecendo e integrando essa rede para que o atendimento chegue cada vez mais rápido a quem precisa. O nosso objetivo é que quem tem menos recursos tenha cada vez mais acesso ao mesmo cuidado de qualidade de quem pode pagar pelo melhor hospital. É esse o SUS que queremos construir: moderno, ágil, humano, democrático e cada vez mais capaz de oferecer o melhor tratamento para a população brasileira. 📸 @ricardostuckert #Saúde #SUS #Urgência

Man sollte sich von der vermeintlich süß-tantigen Ausstrahlung von Frau Sziborra-Seidlitz nicht täuschen lassen. Diese Frau, die sich gerne in Interviews als Anwältin der „Hamster, Wildbienen und Fledermäuse“ in der deutschen Fauna ausgibt, ist, auch wenn sie das vielleicht gerne erzählen will, keine ostdeutsche Mary Poppins, die Ordnung in das politisch verwüstete Kinderzimmer Sachsen-Anhalt bringen will. Die Grünen-Spitzenkandidatin war in ihrer Jugend ein Punk und bei der PDS - hinter der knuffig anmutenden Rockabilly-Fassade steckt eine Frau, die sich erst vor wenigen Jahren ein Tattoo mit dem Antifa-Spruch „Alerta“ stechen lassen hat, um, wie sie in Interviews beschreibt, ein Zeichen gegen die AfD zu setzen. Der Antifa-Spruch „No pasarán“, also „Sie werden nicht durchkommen“, steht schon länger auf ihrem Oberarm und im aktuellen Wahlkampf hat sie sich tatsächlich eine sozialistische Kampffaust tätowieren lassen, die eine Sonnenblume zwischen den Fingern hält. Was Sziborra-Seidlitz über die Neonazi-Vergangenheit ihres Mannes gesagt hat, möchte man ja grundsätzlich unterschreiben. Viele Menschen verirren sich in ihrer Jugend und finden auch wieder heraus - entsprechend hat es irgendwie immer was menschlich ekliges, solche Jugendgeschichten Jahrzehnte später wieder herauszuholen und zu skandalisieren. Offenbarend an ihrer Ansprache fand ich aber trotzdem, dass Sziborra-Seidlitz hier ihre Überzeugung darlegt, dass es Akzeptanz anderer Meinungen nur zu ihren eigenen Bedingungen gibt. Es reicht ja offensichtlich nicht, kein Nazi, sondern einfach nur rechts der politischen Mitte zu sein, um von Frau Sziborra als mündiger Bürger und Wähler angesehen zu werden, sonst würde sie nicht so überheblich davon reden, diese Wähler wie ihren Mann, wieder „zurückzuholen“. Nein, bei Sziborra-Seidlitz muss man schon Antifaschist sein, um ihre Absolution erteilt zu bekommen und zum „Demokraten“ ernannt zu werden. Dass genau diese arrogante Sicht auf die Wähler Sachsen-Anhalts gerade nicht demokratisch ist, sondern womöglich vielmehr vom langen Schatten ihrer PDS-Sozialisierung zeugt, sieht sie freilich nicht - oder will es nicht. #Politik #Wahlen #Demokratie

The police are analyzing images from social media to target the possible involvement of Moroccan agents in the entry to Ceuta. (translated)

259.000 Ausreisepflichtige sind nur die Spitze des Eisbergs: Wer Schutzgründe beendet und Rückführungen wirklich durchsetzt, muss über Hunderttausende weitere Ausreisen reden – Merz’ „Migrationswende“ ist nur ein weiteres gebrochenes Wahlversprechen. https://t.co/jcgY2dYJfy #Migration #Asylpolitik #Rückführung

NOS 7h

In Kyiv, various Ukrainian intelligence services have clashed with each other during a house search, resulting in injuries and questions about the reasons behind the shooting. (translated)

Oekraïense veiligheidsdiensten raken onderling in gevecht in Kyiv

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Artur Jorge, técnico do Cruzeiro, desativou seu perfil nas redes sociais. 🗞️ @QGdoCruzeiro 📸 Reprodução https://t.co/oIYZC1FfOq #Cruzeiro #futebol #técnico

🚨 VOTAÇÃO DO FIM DA 6X1 NA CCJ DO SENADO Já começou trabalhador! Acompanhe através do link abaixo e pressione em todas as redes quem quer travar nosso direito ao descanso! https://t.co/OrImTh4n97 #Votação #DireitosTrabalhistas #Senado

Merz gegen Merz. "Das Wort faul, das Wort Lifestyle, kommt nicht von mir. Das habe ich nie verwendet..." Blöd bloß, wenn man in Reden dann Faulheit und Lifestyle anführt. Es ist halt nicht mehr 1996... https://t.co/hDtzp6qXAr #Merz #Politik #Reden

Het beklemmende relaas van @lnezWeski: Over hoe de anonieme aasgieren van @Het_OM zich te goed doen aan het halfvergane lijk van de Nederlandse #rechtstaat. Over de willekeur van de #Vervolgers en hun nietsvermoedende slachtoffers. De sluipende uitrol van de #politiestaat die tijdens de #coronacrisis pas echt goed zichtbaar werd en die zich zomaar tegen je kan keren, zonder reden, zonder aanleiding en zonder verdenking, waarbij al vaststaat dat je schuldig bent, maar het 'bewijs' niet traceerbaar en niet controleerbaar is. Of simpelweg bij elkaar geknipt en geplakt is. Gewoon, omdat het kan. Omdat de Vervolgers anoniem zijn en blijven. Onzichtbare mensen die op basis van algoritmen bepalen dat jij schuldig bent en dus gestraft en gecancelled moet worden, nog voordat een rechter er iets over kan zeggen. Lees het. En realiseer je dat jij zomaar de volgende kunt zijn. #corruptie #rechtstaat #politiestaat #corruptie

We need to read this text and give it massive RT: The betrayal of Sánchez and Marlasca is uncovered. Here the details are revealed. (translated)

Terminadas mais 3 reportagens sobre o relatório da PF. Já estão todas no site, serão enviadas ao longo da manhã nos emails cadastrados no site. Vou publicando ao longo do dia nas redes. E há mais 2 reportagens anteriores pra sair (Vaza Toga 5 e BetFiles). Vou ali dormir um pouquinho. Um abraço a todos. https://t.co/1YenEnHE98 #jornalismo #reportagem #notícias

Primeiro post nesta rede.