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#Montagem

ACALMEM O CORAÇÃO! Confira como já está a montagem da estrutura da ‘Together, Together Tour’ no Estádio do MorumBis. https://t.co/Twd3xjHLmG #TogetherTour #MorumBis #Montagem

‼️ O jornal The Telegraph informou que o show do intervalo da final da Copa do Mundo da FIFA será estendido para 30 minutos! — 11 minutos serão dedicados às apresentações, e o tempo restante será utilizado para a montagem e desmontagem do palco, bem como para a cobertura e os comentários da transmissão televisiva! O BTS será uma das atrações principais! #BTSxWorldCup2026 #WorldCup #FIFA #BTS

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Assim como os DJs e MCs que agitavam os bailes pela cidade, as equipes de som têm papel fundamental no processo de consolidação do funk como expressão cultural dos subúrbios e favelas do Rio de Janeiro, no fim dos anos 80 e início dos anos 90. As equipes ajudaram na expansão de um movimento que é muito mais do que apenas música. Com seus paredões de som “acima do normal”, foram peça-chave para impulsionar, organizar os encontros, promover novos artistas e consolidar o ritmo que, “quando toca, ninguém fica parado”. Hoje é Dia Nacional do Funk e o Mengão se inspirou em algumas capas dos LPs de montagens das equipes de som, para homenagear a Massa Funkeira “número um do Brasil”. "Entrando no Maraca, só pra contrariar", ouvindo “Charme, Rap, Melody, Montagem”, Batidão e 150 pra dizer que o funk “não é modismo, é uma necessidade” de quem só quer ser feliz! #dataespecial #Funk #Cultura #RioDeJaneiro

Assim como os DJs e MCs que agitavam os bailes pela cidade, as equipes de som têm papel fundamental no processo de consolidação do funk como expressão cultural dos subúrbios e favelas do Rio de Janeiro, no fim dos anos 80 e início dos anos 90. As equipes ajudaram na expansão de um movimento que é muito mais do que apenas música. Com seus paredões de som “acima do normal”, foram peça-chave para impulsionar, organizar os encontros, promover novos artistas e consolidar o ritmo que, “quando toca, ninguém fica parado”. Hoje é Dia Nacional do Funk e o Mengão se inspirou em algumas capas dos LPs de montagens das equipes de som, para homenagear a Massa Funkeira “número um do Brasil”. "Entrando no Maraca, só pra contrariar", ouvindo “Charme, Rap, Melody, Montagem”, Batidão e 150 pra dizer que o funk “não é modismo, é uma necessidade” de quem só quer ser feliz! #dataespecial #Funk #CulturaPop #RioDeJaneiro

Agora vamos falar de coisas incríveis? A Criaatva (ig @.criaatva) compartilhou um pouco como foi a montagem de palco do show do ENHYPEN no Brasil. A equipe gostou tanto que queria levar parte do cenário para o Peru. Eles também comentaram que receberam a planta de palco toda em coreano e que tiveram que se esforçar para traduzir tudo. Mesmo assim, quando questionados sobre a belift não ajudar nem trazendo as plantas traduzidas, eles reafirmaram que vieram em coreano mas que a equipe foi maravilhosa de se trabalhar e atenciosa nos mínimos detalhes. Também reforçaram que segurança é prioridade máxima e compromisso de todos. Além disso, compartilharam que recolhem e reaproveitam tudo. Parabéns pelo trabalho, o resultado ficou incrível! @ENHYPEN_members @ENHYPEN #ENHYPEN #엔하이픈 #Show #Música #Cultura

VASCO SAF RECORRE AO TJ-RJ E PEDE SUSPENSÃO IMEDIATA DA INTERVENÇÃO JUDICIAL A Vasco SAF protocolou um agravo de instrumento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pedindo a suspensão imediata da decisão que determinou a intervenção judicial na empresa e o afastamento de integrantes do Conselho de Administração. No recurso, a SAF afirma que não está discutindo, neste momento, o conflito societário entre o Club de Regatas Vasco da Gama e a 777 Carioca LLC. Segundo a empresa, o objetivo é demonstrar que, após a implementação da intervenção, surgiram fatos novos que passaram a gerar impactos diretos na operação do clube. Entre os principais argumentos apresentados, a Vasco SAF sustenta que a intervenção aumentou a insegurança de patrocinadores, investidores, instituições financeiras, fornecedores, agentes, atletas e parceiros comerciais. De acordo com a petição, diversas negociações passaram a exigir novas análises jurídicas, atrasando contratos e dificultando a captação de recursos em um momento considerado decisivo para a execução do plano de recuperação judicial. O recurso também destaca que a situação ganhou novos contornos após a renúncia da interventora Samantha Mendes Longo, apenas seis dias depois de assumir a função. A SAF argumenta que a troca da intervenção, somada à declaração de suspeição da magistrada responsável pelo caso e à nomeação provisória de novos administradores, aumentou a percepção de instabilidade na governança da empresa. Outro ponto enfatizado é a proximidade da abertura da janela de transferências. A Vasco SAF afirma que a atual situação tem provocado questionamentos de clubes, empresários e representantes de atletas sobre a segurança jurídica e a capacidade financeira da companhia, o que poderia prejudicar negociações importantes para a montagem do elenco. Diante desse cenário, a SAF pede ao Tribunal que conceda efeito suspensivo ao recurso, suspendendo a intervenção judicial e restabelecendo a composição original da governança até o julgamento definitivo do agravo. Como alternativa, caso a intervenção seja mantida, a empresa propõe a substituição do atual modelo por um monitor independente ("watchdog"), responsável apenas por acompanhar os atos de gestão e informar o Judiciário sobre eventuais irregularidades, sem assumir a administração da companhia. O recurso foi protocolado em 9 de julho de 2026 e será analisado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. #Vasco #Justiça #Esporte

⚠️ AVAL DAS ESTRELAS! - Donovan Mitchell está disposto a se unir com LeBron James e, participando da montagem de elenco, confirmou que gostaria de contar com LeBron. - Giannis Antetokounmpo QUER jogar com LeBron James, entendendo que essa é uma oportunidade única. 🗞️ - @ShamsCharania #NBA #LeBronJames #DonovanMitchell

O TAMANHO DELES! 🤩 Pequeno vislumbre da montagem do Obsessed Fest, que acontecerá amanhã, 27. ❤️ https://t.co/Yen4kNdYWK #ObsessedFest #montagem #eventos

Lula 4w

Conversei por telefone hoje com a presidenta encarregada da Venezuela Delcy Rodríguez para prestar a solidariedade do governo brasileiro à população venezuelana vitimada pelos terremotos da quarta-feira e definir a melhor forma de prestarmos apoio ao país vizinho. Vamos enviar, nesta sexta (26) pela manhã, uma missão humanitária de busca e resgate urbano, em avião KC-390 da FAB, que sairá do Aeroporto de Guarulhos, com 36 bombeiros dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, quatro técnicos da Defesa Civil Nacional e outros quatro técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações. Com eles vão nove toneladas de equipamentos para ajudar na busca e socorro às vítimas. No sábado, enviaremos mais um voo com equipamentos para a montagem de um hospital de campanha, cem purificadores de água com painel solar, medicamentos e material médico para cirurgias. Seguiremos acompanhando o desenvolvimento dos trabalhos de socorro às vítimas para prestar todo o apoio necessário aos nossos irmãos venezuelanos. #Solidariedade #AjudaHumanitária #Venezuela

sangui 4w

a trilha sonora diminuindo gradualmente enquanto o jace é atingido pelas flechas… pqp. podemos criticar house of the dragon por várias coisas, mas é preciso reconhecer que a montagem e a direção dessa cena foram extremamente bem executadas https://t.co/OjkosgR39P #HouseOfTheDragon #TrilhaSonora #Direção

Bruna Biancardi pede sugestões de nomes para a filha caçula e internautas recomendam Cornélia, Traicília e Chifreline. Jogador da Alemanha faz montagem de si com o corte de cabelo de Ronaldo Fenômeno em 2002 e usa como foto de perfil no Instagram. Luana Piovani compartilha recado para jogadores do Brasil: "joguem como traem". Gringos estão impressionados com a qualidade dos memes brasileiros na Copa do Mundo. David Brazil desiste de ir para a Copa nos EUA e culpa Trump. Neymar caminha. Açougueiros de supermercado criam bandeja de carne moída personalizada do hexa. Chico Moedas e Fred Caldeira preparam churrasco para a imprensa brasileira e Casimiro se revolta: "a Cazé TV foi pros EUA pra ficar servindo carne pra Globo?". Jogador do Paraguai pega o relógio do juiz que caiu no chão durante confusão, tenta colocá-lo no pulso e sai andando com o acessório nas mãos. Fih, do Diva Depressão, acredita que Maria Flor, filha de Virginia e Zé Felipe, é a reencarnação de Pelé. Vini Jr. aparece em foto no mesmo restaurante que Virginia. Mari Menezes faz Romário sorrir pela primeira vez durante a Copa. Vampeta afirma que Raphinha está com sérios problemas familiares e financeiros. Esquecidos pela sociedade, participantes da Casa do Patrão não fazem ideia de que teve jogo do Brasil e acreditam que festa no programa era comemoração por terem chegado ao Top 10. Seis gansos são flagrados andando em fila vestidos com a camisa do Brasil. Domingo, 21 de junho de 2026 #Copa2026 #Futebol #MemesBrasileiros

DEZ PONTOS QUE COLOCAM AUGUSTO LIMA (E O PT) EM POSIÇÃO DE DESTAQUE NO MASTER. 1) Augusto Lima pagava os boletos de Jaques Wagner, lhe comprava imóveis e emprestava jatinho. 2) Augusto Lima contratou Ricardo Lewandowski e Guido Mantega como consultores do Master. 3) Augusto Lima reuniu-se quase 50 vezes com membros da diretoria do BC, inclusive Gabriel Galípolo. 4) Augusto Lima marcou com ajuda de Jaques Wagner a reunião secreta de Vorcaro com Lula no Planalto e conduziu a conversa. 5) Augusto Lima chamou o Master para comprar o Credcesta e obteve de Rui Costa decreto que ampliou a margem do consignado, garantindo o boom do negócio. 6) Augusto Lima articulou o negócio com o BRB e é suspeito da montagem artificial e venda de carteiras de crédito falsas, operação que teria contado com apoio de Wagner. 7) Augusto Lima pulou fora do Master formalmente e comprou outro banco, obtendo aval de Galípolo para operar, mesmo com currículo de sócio e CEO do Master. 8) Augusto Lima tinha como braço direito o advogado baiano Daniel Monteiro, homenageado pelo PT e responsável pela estruturação de offshores e ocultação da propriedade de imóveis de propina. 9) Augusto Lima foi quem orientou Vorcaro a comprar participação majoritária na Biomm, de Mares Guia, inaugurada por Lula. 10) Augusto Lima também levou o Master para a mineração, onde opera pesado até hoje, o que justificaria a presenca Alexandre Silveira na reunião secreta com Lula. #AugustoLima #Master #PT

Observador Jun 16

Teatro do Vestido představí v CCB v Lisabonu představení Exercício de Montagem, které přináší živý film zachycující každodenní život v Cisjordánii, na jehož vzniku se podílela palestinská umělkyně Tarab a jehož cílem je zesílit hlasy lidí z tohoto okupovaného území. #Teatro #Cultura #Palestina

Espetáculo sobre dia a dia na Cisjordânia chega ao CCB
Jones Manoel Jun 11

Uma figura da direita do Novo tá querendo polarizar comigo para ganhar engajamento nas redes. Aí ele fez essa arte. Criou uma montagem reduzindo o tamanho dos meus braços e corpo para ele parecer mais fortes kkkkk Na moral, vocês precisam de ajuda. https://t.co/RhVQVYkkQB #Polarização #Engajamento #Direita

Cancelamento eu levo de boa. Agora, fake-news eu não vou aceitar. Essa montagem absurda já tá na mesa do jurídico. Isso claramente ameaça o Estado Democrático de Direito. #FakeNews #EstadoDemocrático #Justiça

☢️ Reflexão da Cooperativa: e agora Henri, como vai ser para lá do teu silêncio?💔 Esta é a dor que não se explica. Fica para sempre, dentro de portas, nas paredes, nas coisitas do Henri absurdamente intactas, no quarto que continua a parecer quarto mas já é museu. A cama feita, a roupa guardada, fotografias onde ainda há futuro, vídeos com sorriso, mensagens que ficaram presas no passado. Tudo continua ali, insolentemente normal, enquanto o mundo contunua a rodopiar. O Henri era um filho, um irmão, uma vida inteira ainda por gastar. Tinha manhãs por viver, amores por encontrar, erros por cometer, conversas por ter, viagens por fazer, aniversários com velas para soprar, gargalhadas por dar sem saber que alguém, um dia, daria tudo para voltar a ouvi-las mais uma vez. Levava dentro dele essa coisa que todos temos, chama-se fututo. O dele, foi roubado. ⚠️Há uma culpa com rosto, faca e condenação. Ok. Há outra culpa, mais funda, muito mais viscosa, cobarde, escondida. A culpa do Estado. A culpa da autoridade. A culpa daqueles que chegaram investidos do dever de proteger e diante de um miúdo a afogar-se no seu próprio sangue, escolheram antes o reflexo do que está escrito no manual, seguiram a diretriz contra a racionalidade dos factos. É difícil escrever isto sem sentir um vómito profundo. ➡️➡️Um filho de alguém no chão. Ferido. A morrer. A dizer que tinha sido esfaqueado. A lutar por ar, por segundos, por uma hipótese mínima de continuar neste mundo. A resposta? Algemar o rapaz que sangra. Algemar a vítima enquanto a vida lhe foge. Duvidar, não ver. Fazer do filho de alguém,moribundo, um mero risco administrativo.⬅️⬅️ E porquê? Porque a máquina, foi dobrada às palavras sagradas do nosso tempo, do fantasma de uma acusação de racismo, muito mais do que o sangue que escorre no chão. Por isso o tema não é apenas o luto, é muito mais do que isso, é estar perante o inaceitável. Uma família até pode tentar compreender o mal absoluto de um criminoso. Não aceitar, nunca. Mas compreender que há homens capazes de matar. O que uma mãe ou pai não consegue integrar dentro de si é a hipótese do Estado, que promete ordem, justiça e segurança, ter estado ali para carimbar a morte. Este é pois o crime que continua depois do crime. Não há sociedade decente que passe por cima disto sem se olhar ao espelho. Pode haver condenação, investigação ou umas palavras ocas do Starmer. Nada disso vai devover quele minuto perdido. Nada vai devolver o ar que faltou ao puto. O assassino vai cumprir pena. Mas a falha do Estado continua cá fora, protegida pelo nevoeiro. O assassino teve a sentença. A máquina, na melhor das hipóteses, uns relatórios. E entre uma coisa e outra fica uma família inteira, condenada a viver num mundo onde o filho já não entra nas contas da matemática do amanhã. Visto o vídeo deste tweet todo? Não é só uma bela montagem. São os restos luminosos de uma vida roubada. Antes do sangue, havia vida. Antes do Estado falhar, havia uma família que acreditava, como todos acreditamos até sermos destruídos, que a autoridade existe para nos proteger primeiro e explicar depois. Esse pacto foi quebrado para os britânicos. Não basta ao Estado dizer que se lamenta muito. Tem de carregar a vergonha. Tem de sentir o peso moral daquilo que aconteceu. Esta é uma morte sem perdão possível. A minha lágrima por ti, pelos teus, Henri. o dono da cooperativa #Justiça #Luto #DireitosHumanos

Max Cardoso Jun 1

Isso aqui é inacreditável. Achei que era uma montagem. Em que decadência o nosso país se encontra. De certa forma isso representa bem o momento que estamos vivendo no Brasil. Que vergonha. https://t.co/vWNMpx7ZHL #Brasil #Vergonha #Decadência

Depois de “não haverá reunião”, a mais nova mentira é que a foto que eu postei é IA. Aguardo a Casa Branca confirmar que minha foto é fake então. Mas imaginem o tamanho do problema: falsear uma imagem com o presidente dos EUA dentro do Salão Oval. E não basta as imagens do @FlavioBolsonaro no “The Presidential walk of fame”, coletiva de imprensa ao lado de @JasonMiller, diversas fotos com o próprio Trump e etc. Espero que vocês prestem atenção em quem está dizendo que a foto é montagem e nunca mais acreditem em uma palavra destas pessoas. #FakeNews #Desinformação #ImagemManipulada

PES MIL GRAU May 27

Jamie Leweling recebeu a 9 da Alemanha pra Copa e postou uma montagem com o rosto no Ronaldo. Só que a foto é justamente do Ronaldo que foi campeão em cima da Alemanha em 2002 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk https://t.co/QTV44ij5wo #Copa2022 #Ronaldo #Futebol