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#Notas

Mendonça disse que se encontrou com Vorcaro na empresa de sua propriedade, para tratar sobre “precatórios.” Eu nunca vi juiz, muito menos ministro do STF, se reunir com parte fora do tribunal para tratar de assuntos processuais. Como a empresa de Mendonça é uma sociedade anônima, só precisa revelar contratos com empresas privadas. Entretanto, é imperativo que ele abra as contas da empresa para que se possa verificar se alguma empresa ligada a Vorcaro fez algum negocio com a empresa do ministro. Soube que, naquele dia, 37 notas fiscais foram emitidas pelo tal instituto. Nada menos. Para quem? Se aconteceu, Mendonça deve perder a relatoria e talvez o cargo. #Transparência #Justiça #Ética

Notas de la mañana. Parece que lo de Bisiwu no será tan grave como parecía. Veremos! Modric desmontando el bulo Negreira. Otro más(ya son varios). Cuando habláis de 60 para enero, hay que especificar que eso es el margen salarial de inscripción. Algunos lo confundirán con 'cash'. #Fútbol #Noticias #LaLiga

A linha do tempo está ficando muito interessante! No sábado 15 de novembro de 2025, a Primeira Turma do STF fechou unanimidade para tornar Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP) réu por coação. Relator: Alexandre de Moraes. A tese, com parecer de Paulo Gonet: o deputado teria articulado nos EUA, com o jornalista Paulo Figueiredo (@pfigueiredo08), tarifas, vistos e Magnitsky para pressionar o tribunal que julgava o pai. Horas depois, no iPhone de Daniel Vorcaro, uma nota ia para o contato “Alexandre de Moraes BRASILIA”: “Acha que segunda já tenho que estar fora?” “Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei?” No domingo, de um avião: “irei direto praí” e “se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana”. Na segunda, às 20h48, última nota. Por volta das 22h, prisão em Guarulhos. Na terça, o BC liquidou o banco. Paulo Gonet — o “Paulo” das notas, a quem Vorcaro pedia que Moraes “reforçasse” para conter PF e PGR — deu parecer favorável ao indiciamento de Eduardo. No 1º de setembro de 2026, no mesmo dia em que Mendonça tirou o sigilo, Gonet pediu a nulidade do relatório da PF. O argumento: o relator não podia mandar investigar um ministro do STF sem o plenário. O PGR também é citado no material — saudades, Macallan, filho em Londres com despesa do Master. Um homem foi denunciado por tentar dobrar o tribunal de fora. No mesmo fim de semana, o dono do Master tentava frear PF, PGR e BC pelo WhatsApp do relator. Moraes nega ter recebido. Esta é mais uma reportagem da série sobre o relatório da PF. Leia todas em A Investigação: https://t.co/oHdXgIfRym #PolíticaBR #STF #EduardoBolsonaro

Alexandre de Moraes jurou de pé junto que não era ele nas mensagens com Vorcaro. Que os prints estavam em “pasta de outra pessoa”. Só que o relatório da PF desmontou essa narrativa — e mostra o outro lado da linha. Nesta reportagem, explico o plano infalível de Vorcaro que falhou: escrever no bloco de notas do iPhone, tirar um print e mandar em visualização única, para o texto sumir. O WhatsApp apaga a foto. O iPhone, não. Cada captura gerava um PDF temporário. A perícia leu. Foram 52 envios ao número salvo como “Alexandre de Moraes BRASILIA”. O contato foi passado por Fábio Faria em dezembro de 2023. E, para enterrar de vez a tese da “pasta errada”, a PF escolheu justamente o dia que o STF usou para negar o contato: 17 de novembro de 2025. Cinco envios de visualização única. Cinco logs. E não foi só Vorcaro quem falou. Aquele contato ligou o apagamento automático, apagou quatro mensagens que havia enviado e devolveu quatro fotos. No mesmo dia em que o laudo saiu, Gonet pediu ao STF para anular tudo: Mendonça não poderia investigar Moraes. O foro existe. Só que a PF não partiu do ministro. Partiu das mensagens que Moraes diz não serem dele. Se quiserem levar essa tese até o fim, terão de admitir que as conversas são reais. Xeque mate. https://t.co/d5hwgUYSmV #Política #Justiça #Brasil

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

GOSTOU DO BATOM NA CUECA DO ALEXANDRE, GONET, ANDREI E CIA? PARECE QUE VEM MUITO MAIS POR AÍ! Há uma boa razão para imaginarmos que Mendonça só colocou a cabecinha e vem muito mais por aí. Isso porque o relatório da PF que veio a público tem 218 páginas, mas os próprios delegados escrevem, no fim dele, algo que pouca gente noticiou: que a análise "não possui caráter exaustivo". Foi feita em 72 horas, por ordem do ministro, e cobre UM único celular de Vorcaro: o iPhone apreendido no dia da prisão. A PF tem oito (ou nove) celulares dele, recolhidos em três apreensões diferentes. Em junho, a própria PF admitia que só cinco tinham sido periciados, total ou parcialmente, e que a análise pode se arrastar até 2027. Mas calma, que é pior. Vejam o que a PF admite no texto: 1. Só foram transcritas as "menções nominais diretamente identificadas". Referências indiretas ainda não foram detectadas. 2. A conversa direta com o contato "Alexandre de Moraes BRASILIA" estava quase toda apagada. Mensagens temporárias de 24 horas, exclusões em outubro, imagens de visualização única. O que a PF recuperou foram os rastros de sistema do lado de Vorcaro: 52 notas fotografadas e enviadas segundos depois àquele número. As respostas do outro lado não estão nesse aparelho. 3. O método só capturou o que seguiu o padrão nota, print, WhatsApp. Áudios, ligações e mensagens digitadas direto no chat não entram nessa conta. 4. Os diálogos com Fábio Faria, Ciro Soares, Viviane de Moraes e o advogado Palhares foram lidos apenas nos trechos que batiam com as palavras-chave pesquisadas. Ninguém leu esses chats inteiros ainda. Imagine o que tem? Imaginem o que podem vir de novas diligências? Por que diabos não houve busca e apreensão contra Fabio Farias ainda? 5. A PF cita outras duas investigações "em estágio avançado", com análises bancárias e exame de material apreendido ainda pendentes e oitivas previstas para os próximos 60 dias. 6. E o mais importante: a PF afirma que NÃO fez nenhum ato investigativo contra magistrado ou membro do Ministério Público, por causa da LOMAN. Só expôs os dados brutos que já estavam no celular. Ou seja, o que sabemos sobre Moraes, Gonet e Andrei Passos é o que sobrou de um telefone vasculhado às pressas, sem ninguém ter puxado um fio sequer. E mesmo assim já apareceu um banqueiro pedindo a um ministro do STF para "reforçar com Andrei e Paulo", perguntando se "médio a grave seria busca ou quebra de sigilo", e mandando uma lista com nomes de policiais e procuradores. E muito mais. Isso com o pé no freio. Imaginem quando alguém tirar o pé. #Política #Brasil #Investigações

Alexandre de Moraes era o destinatário da mensagem em que Daniel Vorcaro pedia a proteção do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu a Polícia Federal, segundo Andreza Matais. A mensagem do print anexo, escrita no bloco de notas, citava ambos: “É importante reforçar com Andrei e Paulo pra nao deixar ninguer [sic] de baixo fazer uma sacanagem que aí vai tudo pro saco.” Sacanagem, em linguagem de mafioso que posa de vítima, é medida gravosa contra si, em razão de seus esquemas criminosos. Vorcaro tentava acionar seus camaradas de cima - ou seja, a turma do clube do uísque - para não ser preso por alguém “de baixo”. O dono do Master não queria ficar nas mãos de agentes cujas esposas não tinham feito contrato de R$ 130 milhões com ele. O relator André Mendonça, do STF, agora pede informações complementares à PGR, comandada pelo próprio Paulo Gonet. O clube do uísque vai conseguir bloquear Mendonça e blindar Moraes? #Política #Justiça #Criminalidade

Pedi notas da comunidade. Vocês sabem - rede estatal alemã em geral é ótima referência para falar em "direitos"... #DireitosHumanos #Alemanha #Comunidade

Como muda uma pintura quando a observamos através dos olhos de uma personagem literária? Mona Lisa — Leonardo da Vinci (1452–1519) Elizabeth Bennet poderia sorrir diante de todas as teorias em torno daquele sorriso famoso. Emma Woodhouse provavelmente tentaria imediatamente decifrar a personalidade da mulher retratada. Nenúfares — Claude Monet (1840–1926) Anne Elliot poderia ver neles o tempo, a memória e a mudança. O Sr. Darcy talvez apreciasse precisamente a calma e a contenção da imagem. A Noite Estrelada — Vincent van Gogh (1853–1890) Catherine Morland poderia transformar o céu inquieto no início de um mistério. Marianne Dashwood talvez notasse primeiro a emoção e só depois a paisagem. Estas personagens pertencem ao mundo de Jane Austen (1775–1817), enquanto as pinturas vêm de períodos muito diferentes. Talvez uma forma interessante de olhar para a arte seja perguntar não apenas: “O que vejo?” mas também: “O que outra pessoa veria nesta pintura?” #HistóriaDaArte #PinturasFamosas #LeonardoDaVinci #ClaudeMonet #VincentVanGogh #ArteELiteratura #Museus #20260826 #0016 #MrCultureweise #CaptainWeb #Português

Explica, Flávio! Você precisa responder essas perguntas. - Porque Vorcaro pagou R$ 61 milhões para o filme nos EUA, se a filmagem foi feita no Brasil? - Por que uma produtora que nunca fez um único filme foi escolhida para uma "superprodução"? - Por que um orçamento que é o dobro de um Oscar? - Por que, com tanta grana, deu calote em figurantes e fornecedores, e servia aos trabalhadores comida estragada? - Cadê as notas fiscais que comprovam os gastos com o filme? #Flávio #Filmografia #Transparência

Olha a contradição do esquerdista: Minuta de contrato de 626 milhões que mostra tráfico de influência de Lulinha no Ministério do Saúde, não tem problema por que não foi firmado. Notas Fiscais do Flávio canceladas, problema grave, precisam ser investigadas. https://t.co/zJNbgVYtk5 #Política #Corrupção #Brasil

💣 CORINTHIANS GASTOU QUASE R$ 1 MILHÃO COM UM ÚNICO FORNECEDOR DE HORTIFRUTI EM 18 MESES E PLANILHA REVELA VALORES QUE MERECEM EXPLICAÇÃO‼️ Uma análise das notas fiscais do fornecedor Hortifrutícola Tinem Ltda-ME localizado em um Box no Mercadão da Penha, um dos responsável pelo fornecimento de hortifrutigranjeiros ao Corinthians, revela que o clube movimentou R$ 962.714,63 com a empresa no período abrangido pela planilha, entre janeiro de 2025 e junho de 2026. O levantamento considera cada nota fiscal uma única vez, evitando um problema importante existente na própria base de dados: em 2026, o valor total da nota aparece repetido em todas as linhas correspondentes aos diferentes produtos. Foram identificadas 340 notas fiscais, sendo 225 em 2025 e 115 nos primeiros seis meses de 2026. QUASE R$ 1 MILHÃO EM HORTIFRUTI O valor chama atenção principalmente quando se observa a dimensão dos gastos registrados. Em 2025, o total das notas fiscais chegou a R$ 522.028,87. Nos primeiros seis meses de 2026, foram mais R$ 440.685,76. Ou seja: em apenas seis meses de 2026, o Corinthians já desembolsou cerca de 84% de todo o valor registrado em 2025. A média mensal foi de aproximadamente R$ 52,2 mil em 2025, considerando os meses efetivamente presentes na base, e de R$ 73,4 mil por mês em 2026. Isso significa que a média mensal registrada em 2026 está aproximadamente 40% acima da média mensal dos meses com dados disponíveis em 2025. O CASO DO "TEMPERO" CHAMA ATENÇÃO Um dos registros que mais merece esclarecimento é o produto descrito genericamente como “TEMPERO”. Em 2025, foram registradas apenas 100 unidades, mas o gasto chegou a R$ 51.383,00. Isso representa uma média de aproximadamente R$ 513,83 por unidade. Mais: a própria base apresenta variações muito grandes no preço unitário desse item, chegando a registros de R$ 2.470 por unidade em 2025. Em 2026, a situação chama ainda mais atenção: o mesmo produto aparece com preços unitários que chegam a aproximadamente R$ 4.162. Isso não significa, por si só, que houve irregularidade. Pode haver diferenças de composição, embalagem, produto específico ou forma de lançamento da nota fiscal. Mas é justamente por isso que o registro merece uma explicação detalhada: o que exatamente o Corinthians estava comprando quando a descrição utilizada era simplesmente “TEMPERO”? O QUE PRECISA SER EXPLICADO A análise não permite concluir, apenas pelos números, que houve superfaturamento ou irregularidade. Mas revela gastos relevantes e padrões que justificam questionamentos, especialmente diante das diferenças de preços e da existência de produtos descritos genericamente. A direção do Corinthians deveria esclarecer: 1. Qual foi o critério utilizado para contratação da Hortifrutícola Tinem? 2. Houve cotação ou processo de concorrência para escolha do fornecedor? 3. Quem autorizou as compras? 4. O que exatamente está incluído nas notas classificadas como “TEMPERO”? 5. Houve fiscalização ou conferência das mercadorias efetivamente entregues? QUASE R$ 1 MILHÃO! A TORCIDA TEM O DIREITO DE SABER O ponto central não é simplesmente afirmar que o Corinthians gastou dinheiro comprando frutas, verduras, legumes, ovos e temperos. Um clube da dimensão do Corinthians obviamente precisa comprar alimentos. A questão é outra: quando quase R$ 1 milhão passa pelas contas do clube em pouco mais de um ano, é obrigação da administração demonstrar que cada real foi gasto de maneira necessária, justificada e compatível com os preços praticados. ATÉ O MOMENTO NÃO HOUVE EXPLICAÇÕES Procuramos os proprietários do estabelecimento e a resposta foi o seguinte: "Fomos orientados por alguém do clube para não dizer nada, vamos falar somente após a resposta que o Corinthians conceder a vocês" Porém a proprietária não soube dizer quem a orientou a não dar as explicações. Procuramos o clube e até o momento não recebemos a resposta dos questionamentos que enviámos. #BlogdoMacedo Apoio: #1908CoffeeStation #Corinthians #Finanças #Transparência

Rentas. 2w

Felicidades @GomezAzza Nunca vió una sola materia de manejo fiscal ni de econometría, lo nombraron como economista a dedo gracias al Ministerio de Educación de su amigo Rojas Medellin, les dejo el título falso, las notas y materias que vió. https://t.co/JiBDA3yGnz #Economía #Educación #Corrupción

100 anos de Parque São Jorge. O dia 18 de agosto marca um capítulo eterno na história do Sport Club Corinthians Paulista. Foi nesta data, em 1926, que o Clube deu um passo decisivo rumo à sua casa: a aquisição da primeira gleba do terreno onde, há um século, se ergue o Parque São Jorge. Naquela tarde, o então presidente Ernesto Cassano esteve no 6º Tabelião de Notas de São Paulo para assinar a escritura de uma área de 45 mil metros quadrados, no Tatuapé. Nas páginas do pesado livro nº 2.328, de capa preta, ficou registrada, em letra miúda e firme, a compra que atravessaria gerações. Cercada pelas águas do Tietê, talvez ninguém pudesse imaginar que aquele espaço se transformaria em um dos lugares mais simbólicos da história corinthiana. 100 anos de uma sede entre a terra e as águas. 100 anos de Parque São Jorge. 100 anos da sede alvinegra! #VaiCorinthians #PSJ100 #Corinthians #ParqueSãoJorge #Futebol

🦅✍️ | O jornalista e escritor Alexandre Alliatti publicou uma reflexão sobre a reviravolta na renovação de Memphis Depay com o Corinthians. Selecionamos os principais trechos do texto: “Memphis ficaria, depois não ficaria, depois ficou: porque ele não quis ir, porque a torcida não queria que ele fosse e porque a torcida não permitiu que a diretoria quisesse que ele fosse.” “Memphis ficou por causa e apesar do Corinthians.” “Ele ficou porque gostou do Brasil, se conectou à torcida e aceitou diminuir o valor da renovação de contrato. Seria uma diferença de R$ 30 milhões.” “E ficou apesar da evidente antipatia que nutre pela diretoria, nos últimos dias anabolizada por notas oficiais e ameaças de processos.” “De tanto se atrapalhar no processo de renovação, o Corinthians esteve em vias de pagar um preço mais alto para ficar sem Memphis do que para renovar com ele.” “Memphis sai maior dessa história.” “Ídolos do Corinthians não se forjam apenas pelo que mostram dentro de campo.” “De certa forma, a torcida e Memphis se uniram pela permanência. Eles quiseram continuar juntos.” “Por causa e apesar do Corinthians.” ✍️ | Alexandre Alliatti, jornalista e escritor do GE 📸 | Davi Bittencourt / Time do Povo #Corinthians #MemphisDepay #futebol

Sempre à frente do seu tempo, Manu Gavassi em 2022 prevendo as notas do Instagram. https://t.co/3yQ3mMg3y7 #ManuGavassi #Instagram #Tendências

POPTime 2w

QUE CHIQUE! Eleitores de Lula bombardeiam as notas do Instagram com estrelas, em comemoração à corrida eleitoral pela reeleição do presidente. https://t.co/fel72n1MfL #Lula #Eleições2022 #Brasil

Pessoal, estamos atentos a tudo o que vem acontecendo recentemente e à omissão do X (Twitter) diante desses ataques invasivos. Infelizmente, mesmo com os mutirões de denúncias feitos pelos fãs, a plataforma não tem colaborado e continua ignorando posts graves desse tipo. Por isso, a nossa postura continua sendo: não engajem, não compartilhem e não deem palco para posts e contas que usam edição com IA ou deepfakes. Sempre que virem algo do tipo, apenas denunciem, e não se esqueçam de votar nas notas da comunidade como "úteis". Não é de hoje que as integrantes são alvo desse tipo de conta, enquanto as empresas delas não reagem, vamos fazer a nossa parte como fãs. Ajudem no monitoramento e nas denúncias pelo nosso grupo: https://t.co/B5ej7QOVeb #InternetSegura #Denuncie #FãsUnidos

A Romanian family drove 100 kilometers on the highway with their 31-year-old son, who was already dead in the back seat without them noticing, realizing the tragedy only after stopping in a rest area. (translated)

Viaggiano col figlio morto in auto sulla A21, se ne accorgono dopo 100 chilometri

MEU DEEEEEUS!!!! 🤯🤯🤯 BRASIL COM A MAIOR NOTA DO MUNDO NA FINAL DAS 5 BOLAS!!! 29.450 SUPERANDO OS 29.250 DO PRÓPRIO BRASIL NO PAN-AMERICANO!!! ELAS SÃO AS MAIORIAS!!! #Brasil #Panamericano #NotasAltas