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#cerebro

🚨 José Mourinho quiere seguir revolucionando el Real Madrid y por ello solicita dos o tres refuerzos más después de los cuatro ya conseguidos. Tuvo una influencia decisiva en las llegadas de Dumfries y Bernardo Silva. Ahora pide un central y mantiene la idea del cerebro. Y si viene Olise, magnífico. Quiere dejar huella con un esquema y unos nombres que se identifiquen con él. Realmente lucha por construir un equipo de autor con el que el madridismo se sienta identificado. Su 4-2-3-1 es el punto de partida pero también ensaya el 4-4-2 en rombo. Y en ambos casos Bellingham es la tercera punta de lanza ofensiva. Mourinho tiene claro que Mbappé y Jude deben jugar en el Real Madrid con las fórmulas que les hacen brillar con Francia e Inglaterra en el Mundial. Kylian Mbappé tendrá libertad de movimientos arriba y Jude será el mediapunta que juega por detrás y que debe llegar al área para rematar. { @eldebate_com } #RealMadrid #Mourinho #Fútbol

Un estudio del Instituto de Salud Global de Barcelona ha revelado que la exposición a altas temperaturas durante el embarazo y los primeros meses de vida puede afectar el desarrollo cerebral infantil, específicamente asociándose con un crecimiento más lento del tálamo, una región crucial para el procesamiento sensorial y motora, lo que resalta la vulnerabilidad del cerebro en estas etapas críticas. #Embarazo #DesarrolloCerebral #CalorExtremo

La exposición a calor extremo en el embarazo puede influir en el desarrollo cerebral infantil

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

É uma vergonha absoluta o que os animais fazem em campo. Não vieram para jogar futebol, vieram para dar porrada. Lesionar com gravidade o Umeh, um miúdo de 17 anos que só queria mostrar o seu valor é de uma cobardia sem nome. Essa mentalidade de entrar a matar e recorrer à violência gratuita para compensar a falta de qualidade tem de ser banida. É preciso ter o QI de um gibão e uma falta de cérebro monumental para entrar daquela maneira num amigável! Não têm discernimento, não têm nível para isto e o único recurso que conhecem é o futebol de sarjeta. Que lhes caia um castigo exemplar em cima, porque gajos que entram em campo com o único propósito de arruinar o futuro de miúdos talentosos não fazem falta nenhuma ao desporto. Uma completa selvajaria! https://t.co/zO8IwIvPTQ #Futebol #Esporte #Justiça

Llamábamos telebasura a programas de entretenimiento que sólo aspiraban a que desconectaras un rato el cerebro, y ahora que el sanchismo nos vende telebasura tóxica de verdad pagada con nuestro dinero, lo llamamos “tertulia política”. Bien por Marta Gómez Montero. #Telebasura #TertuliaPolítica #Entretenimiento

El artículo resalta la creciente dificultad de asegurar los centros de datos en España, considerados el cerebro de la inteligencia artificial, debido a su tamaño, complejidad y los riesgos asociados, lo que podría poner en peligro el potencial de inversión del país en este sector crítico. #CentrosDeDatos #InteligenciaArtificial #Seguros

Asegurar el cerebro de la IA: un problema crítico que amenaza el 'boom' en España

El artículo explica cómo el consumo excesivo de alcohol afecta al cuerpo humano desde los primeros tragos, alterando el cerebro y provocando una serie de efectos negativos como la disminución del juicio, problemas de coordinación y cambios en la percepción emocional, así como las consecuencias a corto y largo plazo como resacas y debilitamiento del sistema inmunológico. #Alcoholismo #Salud #EfectosDelAlcohol

Lo que le sucede a tu cuerpo cuando estás todo el día bebiendo: desde el primer trago hasta que te pasas
lua 4d

Meu cérebro não ta conseguindo processar que o zé roberto vai foder a seleção feminina de vôlei, imagina contar que a ELAS vão ganhar das chicleteiras no domingo É INACREDITÁVEL ISSO EU REALMENTE NÃO SUPORTO MAIS ESSA COMISSÃO TÉCNICA https://t.co/7g0AhK37jv #Volei #SelecionFeminina #Esporte

"The pain in Spain basically resides in Trump's brain," writes Paul Krugman. "Something fundamental fails in the United States, in a country and in a system that allows this individual to remain in power." He adds. I dedicate this (to) the Spanish Trump doormats. (translated)

Flávio Bolsonaro acredita que existe um momento “bom” pro governo Trump atacar o Brasil com um tarifaço e ele foi pros EUA pedir um adiamento do tarifaço ao invés de um cancelamento. O ódio ao próprio país corroeu o cérebro dos bolsonaristas. #Bolsonaro #Trump #Tarifas

Estamos todos tocados, nos estalla el cerebro. No nos podemos recuperar de la emoción del partido de ayer. No recuerdo nada igual, ni en el 78, ni en 86, ni en el 22. Tal vez sea por la dada vuelta del 2 a 0. No se cómo hacen Scaloni y los jugadores, son súper-hombres dispuestos a todo para la victoria de Argentina. Y faltan tres partidos. Pobre la gente de México y Uruguay, un golpe muy fuerte para ellos. Y los de Egipto, que rezan antes del partido anunciando que van a matar a los judíos y a los cristianos, pero qué boludos que son. #Fútbol #Argentina #Emoción

Las neuronas de nuestro cerebro y las galaxias del cosmos están tratando de hacer lo mismo: crear una conciencia independiente de la materia. #Ciencia #Consciencia #Universo

La vida moderna está poniendo a prueba un cerebro humano que se desarrolló en un entorno muy diferente, generando estrés, soledad y ansiedad debido al desajuste evolutivo entre las condiciones actuales y las que favorecieron la evolución del ser humano, según un estudio que destaca la influencia negativa de las ciudades densas y las redes sociales en el bienestar emocional. #Estrés #Psicología #Bienestar

La vida moderna podría estar llevando al límite un cerebro diseñado para un mundo muy distinto, según la ciencia

Imagina o cérebro™ de quem acredita que a Jovem Pan faz um trabalho decente e independente. 🤭 Aqui, cineasta Newton Cannito começa a falar do juristofascismo que uniu STF e PT (que ele chama de juristocracia) e o funcionário da Jovem Pano corta na hora e ainda manda um 🫶pra PF https://t.co/2TxbMq9e81 #JovemPan #LiberdadeDeImprensa #Cineasta

Un estudio del Centro Max Delbrück revela que una única dosis de cocaína puede provocar cambios duraderos en el cerebro, persiste durante al menos dos semanas y altera los circuitos neuronales asociados con el aprendizaje y la memoria, lo que podría aumentar el riesgo de recaída en el consumo. #Cocaína #Adicción #SaludMental

Una sola raya de cocaína se queda dos semanas en tu cerebro, 'marcado' aunque sea un único consumo

El artículo explora la compleja relación entre la microbiota intestinal y el cerebro, destacando cómo alteraciones en la microbiota pueden influir en trastornos del estado de ánimo como la ansiedad y la depresión, y viceversa, evidenciando la bidireccionalidad de la comunicación entre ambos y la necesidad de más investigación en este campo. #Microbiota #EstadoDeÁnimo #SaludMental

El intestino, ¿"un segundo cerebro"? Así puede influir la microbiota en nuestro estado de ánimo

Gisela Martín, de 23 años, relata su experiencia de cinco meses hospitalizada por encefalitis anti-NMDAR, una enfermedad que provoca síntomas psiquiátricos graves como agresividad y delirios, confundiéndola durante mucho tiempo con problemas de salud mental, y que se desencadenó tras una serie de episodios que incluyeron alucinaciones y pérdida de movilidad. #Encefalitis #CerebroEnLlamas #SaludMental

Sobrevivir a la enfermedad del 'cerebro en llamas': "Pegaba a mis padres, mordía y escupía a todos"

Sua língua é confundida com papel higiênico e seu cérebro trabalha movido ao que lula oferece aos mais chegados. #Lula #Política #Brasil

¿Bono? ¿Achraf Hakimi? ¿Ismael Saibari? Todos son jefes, pero no se olviden de Brahim Díaz, por favor. Aquí está el jugador de la Selección de Marruecos que lleva ¡¡4 ASISTENCIAS!! en 5 partidos disputados en la presente Copa del Mundo. Asistió ante Brasil. Asistió en el partido clave ante Escocia. Y hoy dio un doblete de asistencias para guiar a Marruecos a los cuartos de final del torneo más grande que existe. Encontró su lugar en el mundo. Sí, encontró el sitio en el que puede mostrar todo su fútbol. EL CEREBRO DE MARRUECOS. #CopaMundial #Fútbol #Marruecos

Juanfer Quintero, o mágico da bola. Mas o verdadeiro espetáculo nasce alguns centímetros acima: através de um pé esquerdo apaixonante e um cérebro que parece raciocinar cem jogadas à frente dos outros. https://t.co/glptGTerBJ #Futebol #JuanferQuintero #Espectáculo