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#montagem

Aaron Greenberg, Vice-Presidente de Marketing do Xbox, trocou a foto do perfil para uma montagem do Kojima segurando um Xbox Series X como se fosse uma bazuca. Ontem o Kojima revelou que a PlayStation tentou cancelar Physint, seu novo jogo de espionagem, que foi salvo pelo Xbox. https://t.co/Waqeq9NKXb #Xbox #Kojima #Jogos

Ver esse cara em cima do caminhão me deixa + triste do que ver o Zema, caso ele suba e fale algo. O que esse cara já falou, não só do Bolsonaro, mas do Flávio e de outras pessoas não tem comparação. Estava juntando partes da manifestação pra fazer alguma montagem até ver esse cara. Torço para que o evento seja um sucesso. #politica #manifestacao #Brasil

JUSTIÇA PRORROGA PRAZO E AUTORIZA VASCO A FAZER CONTRATAÇÕES A Justiça do Rio de Janeiro tomou uma nova decisão nesta quinta-feira (3) no processo de recuperação judicial do Vasco. A 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital autorizou a prorrogação do prazo para que os auxiliares do Juízo apresentem o parecer conjunto. O novo prazo termina em 4 de setembro. Depois disso, o Ministério Público deverá ser ouvido e o processo terá que voltar para análise do juiz até, no máximo, 9 de setembro. Na decisão, o juiz também cita o acordo anunciado pelo Vasco com a 777 Carioca LLC e afirma que o novo calendário pode dificultar ou até impedir a concretização do financiamento DIP dentro do período da janela de contratações. Diante desse cenário, a Justiça autorizou expressamente as tratativas e os atos necessários para a contratação de jogadores, desde que não gerem um endividamento imediato superior a R$ 5,9 milhões. Contratações acima desse valor também poderão avançar, desde que o impacto financeiro seja projetado para o futuro, como em operações de empréstimo com obrigação de compra. O juiz destacou que é preciso diferenciar endividamento de investimento e afirmou que o fortalecimento do elenco está relacionado à própria atividade econômica do clube e ao objetivo de recuperação financeira. Na prática, jogadores contratados com recursos da receita corrente, sem aumento de endividamento, ou dentro do limite de R$ 5,9 milhões de aumento de passivo, deverão apenas ser comunicados à Justiça. Já operações de maior valor deverão ser estruturadas de forma a não comprometer o caixa no curto prazo, com pagamento posterior, quando a expectativa é que a reestruturação societária e a alienação da UPI possam gerar recursos para investimentos no futebol. A decisão foi assinada pelo juiz tabelar Victor Agustin Jaccoud Diz Torres. Resumo: o Vasco ganhou autorização judicial para continuar trabalhando na montagem do elenco, mas com limites para evitar um aumento imediato e significativo do endividamento. #Vasco #Justiça #Futebol

🚨 URGENTE A Justiça deu sinal verde para o Vasco avançar nas negociações de jogadores. A 4ª Vara Empresarial do RJ autorizou expressamente o Vasco a avançar nas tratativas e nos atos necessários para contratar jogadores, mesmo enquanto aguarda a decisão sobre o financiamento. O Cruzmaltino poderá realizar operações que gerem até R$ 5,9 milhões em compromissos financeiros imediatos, desde que informe previamente o Juízo. Negócios que ultrapassem esse valor também estão permitidos, desde que a parcela excedente tenha o pagamento postergado, como em um empréstimo com compra obrigatória. Na avaliação do magistrado, investir na montagem do elenco faz parte da própria atividade econômica do clube. A preocupação, porém, é evitar que o Vasco aumente significativamente suas obrigações financeiras no curto prazo. Por isso, contratações mais caras devem priorizar formas de pagamento futuras, considerando o avanço esperado da reestruturação societária e da venda da UPI Equity. O prazo para a manifestação conjunta dos auxiliares da Justiça também foi alterado: eles terão até 4 de setembro para apresentar o parecer, enquanto o processo deve voltar para análise do juiz até 9 de setembro. O magistrado ainda reconheceu que esse novo cronograma pode dificultar a liberação do financiamento antes do fechamento da janela de transferências. Resumindo: o Vasco agora tem autorização para continuar se movimentando no mercado, mas precisa evitar que as novas contratações provoquem um impacto financeiro elevado no curto prazo. 📰 @PodCruzmaltino 📷 CBF #Vasco #Futebol #Transações

Esse confronto contra o Vitória somando o 1 jogo e considerando ainda q a gente tava com um a menos era pra estar um 10x0 pra gente ja. Mas ta 1. E um chorado. Temos que passar e acho que vamos, mas a incompetência pra montagem do ataque do Vasco esse ano foi histórico. #Vasco #Vitória #Futebol

🌹 TREM PRA VIVER O ÉPICO! A montagem brasileira de 'Hadestown' vai ter um painel especial no Palco Blast da CCXP, com data ainda a ser confirmada. O painel promete trazer novidades sobre a produção que estreia em março de 2027 em São Paulo. https://t.co/ykLFySVQQk #Hadestown #CCXP #Teatro

Da montagem à execução! Mais uma noite de Copa, mais uma festa inesquecível! Rumo ao penta! JUNTOS SOMOS MAIS FORTES! https://t.co/p9A8rcX6fX #Copa #Futebol #União

Lula 4w

Em um mundo conflagrado por conflitos geopolíticos, a soberania nas áreas de defesa e tecnologia é essencial. Por isso, sigo hoje para Iperó, em São Paulo, onde irei acompanhar de perto projetos estratégicos para o futuro do Brasil. No Centro Industrial Nuclear de Aramar, acompanho o avanço do Programa Nuclear da Marinha e o início da montagem da seção nuclear do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), etapa importante para o desenvolvimento do nosso primeiro submarino armado com propulsão nuclear. Soberania é, também, investir em saúde. Visitarei hoje o local onde está sendo construído o Reator Multipropósito Brasileiro, o principal empreendimento do país em medicina nuclear. O projeto vai ampliar a produção nacional de radiofármacos, medicamentos fundamentais para o diagnóstico e tratamento do câncer. O reator, de 30 MW, será capaz de quadruplicar a capacidade do SUS de produção nacional destes medicamentos, reduzindo a necessidade de importação. Também permitirá produzir radioisótopos, substâncias utilizadas na indústria, na agricultura, nos combustíveis nucleares e em outros materiais. Investimentos em conhecimento e inovação que fortalecem a soberania do Brasil, cuidam da nossa população e preparam o país para o futuro. 🇧🇷 #Soberania #Inovação #Tecnologia

“O Flávio publicou uma montagem de sunga branca e faixa presidencial. Quando vi, achei que fosse mentira. Isso é postura de quem quer sentar na cadeira do Palácio do Planalto? É patético, não tem outra palavra.” — GloboNews derretendo a candidatura do filho de Bolsonaro. https://t.co/Siz2gRL5z3 #Política #Brasil #Bolsonaro

Essa montagem criminosa está circulando nas redes nos últimos dias. Departamento jurídico está atento e vai responsabilizar TODOS que compartilharem esse ataque a democracia. A internet não é terra de ninguém. https://t.co/EJsVTms22e #Democracia #Justiça #Responsabilidade

Vazaram 4 minutos e 30 segundos de SPIDER-MAN: BEYOND THE SPIDER-VERSE, o filme começa logo após os acontecimentos do último filme. Miles implora pela ajuda de Aaron David, enquanto Miles G. Morales diz que não faz ideia do que são eventos canônicos e irá questionar Miles. Parece que em algum momento, Miles G e Aaron irão bater no Miles, mas depois ele consegue se livrar das cordas. Haverá uma cena do Miles enfrentando os dois, e logo em seguida temos uma montagem de várias cenas do filme, aparece o universo do Spider-Punk, Miles conversando com a Gwen, o tio Aaron junto com o pai do Miles num carro, Peter Parker, Gwen, Mayday e Porco Aranha estão juntos. Pelo que parece, a animação não está totalmente finalizada. #SpiderVerse #MilesMorales #Animação

MarioFrias Aug 10

🚨 Um recado nada sutil vindo dos Estados Unidos. O deputado republicano Carlos Gimenez publicou uma montagem de Lula imitando a imagem de Nicolás Maduro sendo capturado e escreveu: “O que o espera”. Aliado de Donald Trump, o parlamentar da Flórida já fez outras críticas públicas ao presidente brasileiro. Desta vez, a provocação foi direta. #Política #Brasil #EUA

Está circulando nos grupos de zapzap petistas essa montagem. Tenho infiltrados lá registrando tudo, e os responsáveis serão acionados na justiça. A internet não é terra de ninguém. https://t.co/X7OWcas5eY #Justiça #InternetSegura #Petistas

Atlético Jul 29

🏗️⚫⚪ O futuro dos #CriasDoGalo está cada vez mais perto de se tornar realidade! A obra do novo prédio das categorias de base na Cidade do Galo está na fase de montagem da estrutura pré-moldada. 💪 Com essa etapa, que está 30% concluída, o projeto começa a ganhar sua forma definitiva. O novo espaço, investimento superior a R$ 10 milhões, reunirá áreas estratégicas para o desenvolvimento dos Crias do Galo e reforça o compromisso do Clube com a excelência na formação de atletas. 🏢🐔 Mais estrutura. Mais desenvolvimento. Mais futuro para os #CriasDoGalo! 🖤🤍 #Futuro #Desenvolvimento #Esporte

DataFut Jul 28

Carlo Ancelotti voltou ao Brasil e se reuniu com a comissão técnica da seleção brasileira. Ele disse; “Vamos iniciar a montagem de um novo time, observando e testando jovens jogadores, mas sem abrir mão de alguns atletas que estiveram conosco no Mundial e que ainda têm muito a contribuir com a Seleção.” 📸 Samara Moumei/CBF #SeleçãoBrasileira #CarloAncelotti #Futebol

ACALMEM O CORAÇÃO! Confira como já está a montagem da estrutura da ‘Together, Together Tour’ no Estádio do MorumBis. https://t.co/Twd3xjHLmG #TogetherTour #MorumBis #Montagem

‼️ O jornal The Telegraph informou que o show do intervalo da final da Copa do Mundo da FIFA será estendido para 30 minutos! — 11 minutos serão dedicados às apresentações, e o tempo restante será utilizado para a montagem e desmontagem do palco, bem como para a cobertura e os comentários da transmissão televisiva! O BTS será uma das atrações principais! #BTSxWorldCup2026 #WorldCup #FIFA #BTS

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Flamengo Jul 12

Assim como os DJs e MCs que agitavam os bailes pela cidade, as equipes de som têm papel fundamental no processo de consolidação do funk como expressão cultural dos subúrbios e favelas do Rio de Janeiro, no fim dos anos 80 e início dos anos 90. As equipes ajudaram na expansão de um movimento que é muito mais do que apenas música. Com seus paredões de som “acima do normal”, foram peça-chave para impulsionar, organizar os encontros, promover novos artistas e consolidar o ritmo que, “quando toca, ninguém fica parado”. Hoje é Dia Nacional do Funk e o Mengão se inspirou em algumas capas dos LPs de montagens das equipes de som, para homenagear a Massa Funkeira “número um do Brasil”. "Entrando no Maraca, só pra contrariar", ouvindo “Charme, Rap, Melody, Montagem”, Batidão e 150 pra dizer que o funk “não é modismo, é uma necessidade” de quem só quer ser feliz! #dataespecial #Funk #Cultura #RioDeJaneiro

Flamengo Jul 12

Assim como os DJs e MCs que agitavam os bailes pela cidade, as equipes de som têm papel fundamental no processo de consolidação do funk como expressão cultural dos subúrbios e favelas do Rio de Janeiro, no fim dos anos 80 e início dos anos 90. As equipes ajudaram na expansão de um movimento que é muito mais do que apenas música. Com seus paredões de som “acima do normal”, foram peça-chave para impulsionar, organizar os encontros, promover novos artistas e consolidar o ritmo que, “quando toca, ninguém fica parado”. Hoje é Dia Nacional do Funk e o Mengão se inspirou em algumas capas dos LPs de montagens das equipes de som, para homenagear a Massa Funkeira “número um do Brasil”. "Entrando no Maraca, só pra contrariar", ouvindo “Charme, Rap, Melody, Montagem”, Batidão e 150 pra dizer que o funk “não é modismo, é uma necessidade” de quem só quer ser feliz! #dataespecial #Funk #CulturaPop #RioDeJaneiro