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#Referenda

🚨 1️⃣0️⃣0️⃣ 0️⃣0️⃣0️⃣ PODPISÓW Do końca zbiórki pozostały 2 tygodnie a my właśnie przebiliśmy poziom 100 000 podpisów‼️ Nie zatrzymujemy się i ciśniemy do samego końca - do 28 września. 🟨🟥 Warszawiacy! To jest moment na Waszą mobilizację: 📬 Sprawdż swoją skrzynkę pocztową - może w niej już czekać jedna z 400 000 kart referendalnych rozniesionych po 11 dzielnicach Warszawy ✍️ Podpisz kartę i zbierz dodatkowe podpisy wśród rodziny i znajomych 📤 Odnieś kartę na jeden z naszych punktów zbiórki lub wyślij pocztą na al. Niepodległości 18. Kartę referendalną można również wydrukować z naszej strony https://t.co/EouIKuXyXT - znajdziecie tam również najbardziej aktualną listę zbiórek na mieście Do boju Warszawo‼️ #Warszawa #Referendum #Zbiórka

Leaders of Scotland, Wales, and Northern Ireland will meet in Cardiff to sign an agreement demanding referendums on independence, which could contribute to the breakup of the United Kingdom. (translated)

Konec Británie? Skotsko, Wales a Severní Irsko žádají hlasování o odtržení

@rafalougon Mas tem uma questão q quero entender: se eles tornarem o moraes investigado, estarão validando em plenário o relatorio da PF, que seria o objeto de suspeição do dia 23. Referendado como valido pelo colegiado, o objeto nao se perde? #Justiça #Política #Brasil

Um peso, duas medidas Hoje a tropa de choque do Regime foi atrás do irmão de André Mendonça. Acusam o ministro de ter votado a favor da Prefeitura de São Paulo na ADPF 1196 — a ação sobre a concessão dos serviços funerários — e, em troca, ter visto o irmão, Alexandre de Almeida Mendonça, promovido a secretário-executivo da SP Regula. Nenhuma irregularidade foi comprovada. Correlação não é causalidade. Alexandre entrou na agência em fevereiro de 2024 e virou superintendente em julho daquele ano — antes do voto. Só foi a secretário-executivo em junho de 2026, mais de um ano depois. O voto de Mendonça, em março/abril de 2025, foi para não referendar as cautelares de Flávio Dino. Gilmar pediu destaque e zerou os votos. Fux pediu vista. Não houve favor a Ricardo Nunes. A nota da Prefeitura acerta o ponto que derruba a tese: quem representa o Município no STF é a Procuradoria Geral do Município, não a SP Regula. A agência não litiga a ADPF. Sem esse canal, some a engrenagem da “promoção como moeda de voto”. A Prefeitura também diz que Alexandre exerceu gestão administrativa, sem comando direto dos contratos de concessão. Mas olha que interessante. E se aplicarmos a mesma regra contra Flávio Dino? Hoje é ele quem relata esta ADPF 1196, ajuizada pelo PCdoB. Dino foi militante do PCdoB por 15 anos e se elegeu duas vezes governador do Maranhão pela legenda. Sua esposa, Daniela Dino Farias Lima, é secretária parlamentar do gabinete de Márcio Jerry — presidente estadual do PCdoB no Maranhão. Jerry foi secretário de Dino. A mulher de Jerry foi chefe de gabinete de Dino no Palácio dos Leões. E tem mais. Na ADI 7780, sobre o Tribunal de Contas do Maranhão, a Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV — impugnou o ingresso isolado do PCdoB como amicus curiae. Dino rejeitou a impugnação e admitiu o ex-partido no processo do Estado que ele governou. Dino foi ministro da Justiça de Lula, do PT, o maior partido dessa mesma federação. Foi Dino quem, ontem, reintegrou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, depois de Mendonça tê-lo afastado. Andrei não pediu a Fachin, presidente do STF: peticionou direto a Dino, no processo do Dark Horse. Andrei foi indicado à PF por Dino, quando Dino era ministro da Justiça, e comandou a segurança da campanha e da transição de Lula. Fachin depois suspendeu as duas decisões. No Maranhão o padrão se repete em estado puro. Dino relata as ADIs 7603, 7605 e 7780 sobre o TCE do Estado que governou, trava nomeações por liminar e deixa o tribunal incompleto — enquanto casos iguais em outros Estados já foram julgados. Em agosto, afastou Daniel Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão, ex-vice e hoje desafeto. No lugar subiu Marcelo Tavares, que foi chefe da Casa Civil de Dino e entrou no TCE ainda no ciclo do grupo. Três cadeiras travadas, a mesma assinatura. Pedidos de impedimento de Brandão e de Raimundo Cutrim estão com Fachin. Dino não se declarou impedido. Isso porque estou falando só do Dino. Se for para falar de certos outros ministros… Toffoli suspendeu a multa de R$ 10,3 bilhões do acordo de leniência da J&F — grupo para o qual a então esposa, a advogada Roberta Rangel, prestava serviços. Depois arquivou a apuração correlata. Não vou nem falar de Moraes... Saiba como apoiar o meu trabalho em https://t.co/lyoj8f1n4v #PolíticaBrazil #Justiça #Corrupção

Em mais um capítulo vexatório da disputa que vai degradando o Supremo, o Min. Flavio Dino concedeu liminar para suspender a decisão de seu colega André Mendonça. De forma não irônica, escreveu o Min. Dino: "A Constituição é uma fronteira imperativa, cuja ultrapassagem conduz à ruína da Nação". Escreveu isso para, em seguida, proferir uma decisão absolutamente contrária à Constituição. O ponto central: Dino não tinha competência para suspender a decisão de Mendonça e o instrumento processual usado não era adequado. O que fez o Min. Dino: no âmbito de um inquérito conduzido por ele (que trata de emendas parlamentares e inclui a Dark Horse), ele acatou um pedido incidental avulso feito pelo Delegado Geral da Polícia. O racional (força de expressão) é que o afastamento do Delegado Geral estaria afetando a execução de medidas cautelares que estão em andamento no âmbito do inquérito conduzido pelo Dino. O argumento é tão ruim, tão fraco e bizarro que o Min. Dino gasta apenas um parágrafo para desenvolvê-lo, fazendo-o de forma rápida, como que para não darmos tanta atenção ao fato de que ele simplesmente não tinha competência para sustar a decisão do Mendonça. Mas sabem o que é mais grave? O próprio Min. Dino teve uma decisão liminar sua, proferida no âmbito das ações que questionam emendas parlamentares, questionada via suspensão de liminar (este, sim, um instrumento cabível). Naquela situação, uma sessão extraordinária do Plenário havia sido convocada, muito embora não tivesse sido concluída (percebam: exatamente o MESMO caso da decisão do Min. Mendonça). Na época, o Min. Luis Roberto Barros decidiu que: 1) É excepcionalíssima a intervenção da Presidência do STF contra decisão de Ministro integrante do Tribunal em sede de suspensão de liminar, mormente em caso de ação direta. Complemento: se é excepcionalíssima essa intervenção do Presidente, é praticamente inimaginável a intervenção de outro Ministro, que ocupa a mesma posição hierárquica e não é instância revisora de um colega. 2) Não se justifica a atuação monocrática desta Presidência para sustar os efeitos de decisões proferidas por um de seus integrantes, em sede de suspensão de liminar, quando tais decisões já estão sendo objeto de deliberação pelo Colegiado do Tribunal. Complemento: se é certo que a suspensão do julgamento que referendaria a decisão do Min. Mendonça não impede que ela seja atacada via suspensão de liminar, é certo também que O MESMO RACIONAL de decisão que manteve ato do próprio Min. Dino deveria fazê-lo pensar antes de proferir mais uma de uma série de aberrações jurídicas que vem sendo proferidas pelo Supremo. Não preciso acrescentar - dado que é de amplo conhecimento - que a jurisprudência do Supremo é, para usar um lugar comum dos juristas, CAUDALOSA no sentido de que não cabe nem MS nem HC contra ato de Min. do Supremo. Quanto mais uma liminar num "pedido incidental". Piora a situação o fato de que a Suspensão de Liminar (meio processual adequado) já havia sido protocolada, distribuída à Presidência e DESPACHADA: o Min. Fachin deu 72h para Mendonça se manifestar. Dino não passou por cima apenas de Mendonça: ele também passou por cima de Fachin. Por fim, além de processualmente inadequado, o próprio mérito do argumento de Dino para fixar sua competência nào se sustenta. Não há nenhuma prova, nenhuma menção, nenhum indício de que o afastamento de Andrei criaria um embaraço real, concreto e iminente a medidas pendentes no inquérito relatado por Dino. A Polícia Federal não se confunde com seu Diretor e por óbvio continua a executar suas atribuições durante o afastamento do Delegado Geral. É bom lembrar que é um colega e aliado de Dino que defende, agora, a saída de todos os delegados de gabinetes de Ministros -- medida que, por certo, também afetaria os inquéritos conduzidos na Corte. É triste ver o que o Supremo está virando, numa velocidade exponencial. Me sinto até um pouco ingênuo de discutir aspectos jurídicos de decisões que são estrita e exclusivamente políticas, tomadas em meio a um jogo de poder que desgasta a Corte a olhos vistos. #Supremo #Justiça #Direito

🚨 Do Stołecznej Operacji Referendalnej napisał pan Robert, przedstawiciel ELIT... Pamiętajcie: PLEBS będzie zawsze plebsem! https://t.co/xJRgE7kNQH #referendum #Polska #elitoterapia

@SamPancher Chegou na desobediência civil que o William Wack alertava, um poder não respeita o outro, não tem rito, quem manda é o mais forte, qual a justificativa? A decisão monocrática do Dino vale mais que a decisão referendada pela turma? #DesobediênciaCivil #Justiça #Poder

Als de Tweede Kamer het 'hart van de democratie' is, dan is er sprake van ernstig hartfalen. Keer op keer worden beslissingen genomen die níét in het Nederlands belang zijn en die gewone burgers ook helemaal niet wíllen. De hersteloperatie? De invoering van Referenda. https://t.co/PUSwmkDlvE #democratie #referendum #politiek

8 DE SETEMBRO DE 2026: A CRISE QUE COLOCOU STF E POLÍCIA FEDERAL EM CONFRONTO ABERTO O que aconteceu nesta terça-feira, 8 de setembro, ultrapassa em muito uma divergência circunstancial entre integrantes do Supremo Tribunal Federal. A sucessão de acontecimentos envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e Gilmar Mendes expôs uma crise institucional de proporções ainda difíceis de dimensionar. No centro da controvérsia estão investigações relacionadas ao Banco Master, relatórios produzidos pela Polícia Federal, acusações envolvendo a condução de procedimentos investigatórios e, sobretudo, uma questão que se tornou inevitável: quais são os limites institucionais quando aqueles encarregados de investigar, fiscalizar e julgar passam a questionar reciprocamente a legalidade de suas próprias atuações? A crise ganhou outra dimensão depois que Alexandre de Moraes pediu a investigação de André Mendonça por supostos abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade, em episódio relacionado à condução das investigações dos casos Master e INSS. Mendonça reagiu no plano jurisdicional e colocou sob severo questionamento a produção e a utilização de relatórios de inteligência da Polícia Federal, inclusive material que teria servido de fundamento para medidas dirigidas contra ele. O conflito, portanto, deixou de estar restrito à interpretação de atos processuais. Passou a envolver diretamente a regularidade da atuação da Polícia Federal e a relação institucional entre integrantes da própria Suprema Corte. O acontecimento mais contundente desta terça-feira foi a decisão de André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. A decisão provocou imediata repercussão política e jurídica, mas existe um aspecto que não pode ser ignorado: submetida a questão à Segunda Turma do STF, Mendonça recebeu os votos de Luiz Fux e Nunes Marques, formando maioria de três dos cinco integrantes do colegiado para referendar o afastamento. Independentemente das avaliações políticas sobre a decisão, esse dado possui enorme relevância institucional, porque demonstra que a posição adotada pelo relator não permaneceu isolada dentro do próprio Supremo. Nesse cenário entrou Gilmar Mendes, que pediu vista e interrompeu a conclusão do julgamento, defendendo uma análise mais aprofundada da matéria e levantando preocupação específica quanto aos efeitos de uma decisão dessa natureza durante o período eleitoral. O pedido de vista, contudo, não significou a revogação automática da medida cautelar. Pelo contrário, a controvérsia permanece aberta e tende a avançar para uma discussão ainda maior dentro do Tribunal, especialmente diante da possibilidade de submissão da matéria ao Plenário. O presidente do STF, Edson Fachin, também ingressou diretamente na administração da crise ao determinar a prestação de informações pelos envolvidos. Há, portanto, algo muito maior acontecendo em Brasília do que uma simples disputa entre ministros, e no centro do furação, Alexandre de Moraes x André Mendonça. AM x AM! Mendonça, em suas razões, questiona procedimentos e relatórios produzidos pela Polícia Federal e determina o afastamento de sua cúpula. E hoje a Segunda Turma formou maioria favorável à medida, com votos de Nunes Marques e Luiz Fux, uma vez que Toffoli se declarou impedido. Gilmar Mendes - agindo como o dono da razão - interrompe a conclusão do julgamento e introduz no debate a possível repercussão eleitoral da decisão. Paralelamente, documentos e informações relacionados ao Banco Master continuam alimentando uma crise que alcançou simultaneamente o STF e a direção da principal instituição de polícia judiciária da União. O problema institucional que emerge desse episódio é muito mais profundo e não pode ser reduzido à preferência política por este ou aquele personagem. Quando ministros da Suprema Corte passam a formular acusações ou questionamentos graves sobre a atuação de outros integrantes do Tribunal, enquanto a própria direção da Polícia Federal é atingida por decisão judicial fundada em suspeitas relacionadas à produção e utilização de informações de inteligência, a discussão deixa de pertencer exclusivamente aos envolvidos. Torna-se assunto de interesse público. Transparência, contraditório, documentação verificável e estrita observância da lei passam a ser indispensáveis para que a sociedade compreenda exatamente o que aconteceu. O Brasil chega ao final deste 8 de setembro com uma pergunta que nenhuma instituição deveria considerar inconveniente: quando investigadores, autoridades policiais e integrantes da mais alta Corte do país entram em rota de colisão, quem fiscaliza o exercício desses poderes e quais mecanismos efetivamente impedem que qualquer autoridade, independentemente do cargo que ocupe, ultrapasse os limites estabelecidos pela Constituição? A resposta não pode depender de nomes, preferências políticas ou circunstâncias eleitorais, mas da Constituição, da lei, das provas e da possibilidade de controle efetivo dos atos praticados pelo poder público. Dr. Paulo Faria Jornalista 4090/GO #STF #PolíciaFederal #CriseInstitucional

Atenção!!! 2ª TURMA DO STF acaba de referendar a decisão de Mendonça que afastou Andrei Rodrigues, apesar do pedido de vista do Gilmar Mendes. Portanto, ANDREI PASSOS RODRIGUES está afastado. https://t.co/h4KUFHo5vU #STF #Política #Justiça

Kassio Nunes Marques e Fux votam para referendar a decisão do Mendonça. Pedido de vista de Gilmar Mendes não teve o efeito político que ele queria. Mendonça não está isolado no STF. #STF #Justiça #Política

Fux é o presidente da segunda turma do STF que já confirmou a sessão de hoje para referendar a decisão do ministro André Mendonça que afastou o Andrei Rodrigues e o delegado da inteligência. #STF #Justiça #Política

Ministro André Mendonça mostra o caráter urgente da decisão e coloca em prática a lei em vigor para referendar sua determinação, estipula prazo que será encerrado hoje as 23:59. Segue trecho da decisão corajosa e que cita a legislação vigente: “e ciência à Procuradoria-Geral da República. 94. Por fim, em observância ao art. 21, V, c/c o art. 21-B, § 4º, ambos do RISTF, solicito ao Exmo. Senhor Ministro Presidente da Segunda Turma do Tribunal a convocação de sessão virtual extraordinária, a realizar-se na presente data, com início às 10h00 e término às 23h59, para referendo da medida cautelar ora concedida”. #Lei #Justiça #TrabalhoJudicial

🚨 SKANDALEM I NIEGODZIWOŚCIĄ na skalę państwową jest fakt, że w trzeciej dekadzie XXI wieku obywatele wciąż są zmuszani do zbierania podpisów w ważnych dla siebie sprawach na ulicach - w upale, w deszczu, na papierowych kartkach. Jeszcze większym absurdem jest to, że ważne politycznie poparcie obywatela może zostać zakwestionowane na bazie arbitralnej decyzji komisarza wyborczego z powodu błędu przy ręcznym wpisywaniu danych: - rzekomo nieczytelnego pisma, - wpisania "Kuby" zamiast "Jakuba", czy - podania adresu zameldowania zamiast adresu widniejącego w Centralnym Rejestrze Wyborców - pomimo, że oba znajdują się w tej samej gminie. Państwo potrafi przecież sprawdzić, kim jest obywatel, czy ma prawa wyborcze i gdzie jest ujęty w rejestrze. Mimo to każe mu ręcznie przepisywać te dane na świstek papieru, a następnie może odrzucić jego podpis z powodu błędu w ich przepisywaniu. ‼️To jest system na miare państwa z dykty. A państwo polskie posiada już przecież wszystkie narzędzia techniczne, aby umożliwić elektroniczne zbieranie podpisów pod obywatelskimi projektami ustaw, wnioskami referendalnymi czy listami kandydatów w wyborach samorządowych. Co więcej, elektroniczne zbieranie poparcia pod kandydatami w wyborach parlamentarnych, prezydenckich i europejskich ZOSTAŁO JUŻ DOPUSZCZONE i ruszy w 2027 r. Skoro można zrobić to dla kandydatów startujących w wyborach, należy zrobić to również dla samorządów oraz obywateli korzystających z konstytucyjnych instrumentów demokracji bezpośredniej. Elektroniczna zbiórka podpisów oznacza wygodę dla obywateli, znacznie wyższą jakość danych, łatwiejszą weryfikację i większe bezpieczeństwo całego procesu. Nie musi przy tym zastępować podpisów tradycyjnych. Może być po prostu drugim, równoległym kanałem zbierania poparcia. Gdyby taka możliwość istniała dzisiaj, 132 000 podpisów wymaganych pod naszym wnioskiem o referendum w Warszawie moglibyśmy zebrać w ciągu tygodnia. I tu właśnie jest pies pogrzebany. Papierowy system jest celowo utrzymywanym przez polityków technologicznym anachronizmem. Stanowi realną barierę dla obywateli, którzy chcieliby skorzystać z przysługujących im praw politycznych. Jeżeli ktoś obawia się, że elektronizacja nadmiernie ułatwi uruchamianie referendów czy inicjatyw obywatelskich, można rozmawiać o wysokości wymaganych progów czy o czasie trwania zbiórki. Nie jest to natomiast żaden argument za utrzymywaniem jako jedynej opcji systemu opartego na kartce papieru, długopisie i ręcznym przepisywaniu danych, które państwo już posiada. 🚨Obecny skandal wokół przedterminowych wyborów w Krakowie powinien stać się impulsem do wprowadzenia jednej, kompleksowej zmiany: ELEKTRONICZNE POPARCIE dla wszystkich instrumentów demokracji obywatelskiej. Art. 4 Konstytucji RP jasno mówi: „Władza zwierzchnia w Rzeczypospolitej Polskiej należy do Narodu. Naród sprawuje władzę przez swoich przedstawicieli lub bezpośrednio.” Jeżeli traktujemy te słowa nie jak pustą deklarację, państwo musi wreszcie stworzyć obywatelom realne, nowoczesne narzędzia do sprawowania tejże władzy. I obywatele powinni się o to w końcu głośno upomnieć❗️ #demokracja #obywatelskieprawo #elektronizacja

🚨 8⃣2⃣0⃣0⃣0⃣ PODPISÓW Do końca akcji SOR zostały 3 tygodnie. Mamy już 82 tys. podpisów i wchodzimy w decydującą fazę zbiórki. Do niedzieli 13.09 do skrzynek pocztowych mieszkańców 11 dzielnic Warszawy trafi 400 000 kart referendalnych. Kolportaż trwa, a pierwsze wypełnione karty zdążyły już do nas wrócić. Każdy mieszkaniec Warszawy może podpisać kartę, zebrać podpisy wśród rodziny, znajomych, sąsiadów czy współpracowników, a następnie oddać ją na jednym z naszych punktów albo wysłać pocztą do siedziby SOR. Zakres geograficzny kolportażu ustaliliśmy na podstawie analizy danych wyborczych do poziomu pojedynczych komisji wyborczych (patrz: komentarz poniżej). Nie jest to przypadkowa dystrybucja. Liczymy więc, że sama akcja pocztowa może przynieść nawet 40 000 dodatkowych podpisów. Równolegle każdego dnia trwa zbiórka uliczna prowadzona przez naszych wolontariuszy w całej Warszawie. W punktach SOR wydaliśmy już 15 000 kart osobom, które zadeklarowały chęć samodzielnego zbierania podpisów w swoim otoczeniu. Pierwsze wypełnione karty już do nas wracają, ale lawinowego ich przyrostu spodziewamy się dopiero w ostatnich dniach akcji. Do zbiórki włączają się również kolejne środowiska i organizacje, wspierające SOR swoim zapleczem organizacyjnym, strukturami i wolontariuszami, bez prowadzenia odrębnych akcji pod własnymi szyldami. Wspólny cel jest dziś ważniejszy niż partyjne barwy. Rośnie także liczba mieszkańców drukujących kartę referendalną samodzielnie z naszej strony internetowej - tylko w ciągu ostatniego tygodnia PDF z kartą referendalną został pobrany blisko 1000 razy! Przed nami zatem kluczowe trzy tygodnie. Kanały zbiórki, które mają przesądzić o końcowym wyniku akcji, właśnie wchodzą do gry. Setki tysięcy kart są w drodze albo już znajdują się w rękach mieszkańców Warszawy. Dziesiątki tysięcy kolejnych krążą wśród rodzin, sąsiadów, znajomych, zakładów pracy i organizacji wspierających zbiórkę. ‼️Teraz najważniejsze: wypełnione karty muszą do nas wrócić na czas! Jeżeli znajdziesz kartę SOR w swojej skrzynce pocztowej - nie zwlekaj. Podpisz ją, zbierz kilka dodatkowych podpisów i przynieś do naszego punktu lub wyślij pocztą. Jeżeli pobrałeś kartę z internetu albo dostałeś ją od naszego wolontariusza - nie odkładaj działania na ostatnią chwilę. 82 000 to wynik na dziś. Nie wynik końcowy. Kto próbuje dziś przewidywać końcowy rezultat SOR poprzez prostą, liniową ekstrapolację dotychczasowego tempa, pomija najważniejsze: kluczowe kanały zbiórki zaplanowane na finałowy etap akcji dopiero teraz wchodzą do gry. Szykujemy się na piorunujący finisz⚡️⚡️⚡️ #Warszawa #SOR #Referendum

Wściekłe ataki silniczków w komentarzach pokazują jedno: strach zagląda w oczy😨 Tymczasem pierwsze kilkadziesiąt tysiący pakietów referendalnych trafiło już dziś do skrzynek pocztowych mieszkańców Warszawy. Razem damy radę! ✌️🇵🇱 #Warszawa #referendum #polska

rzep 2w

Wydruk 400 tysięcy kart referendalnych wraz z mailingiem, to w bardzo optymistycznych założeniach, koszt około 150 tysięcy złotych. To już nie jest wolontariusz w tshircie chodzący za darmo po ulicy. Ciekaw jestem kto jest gotów wyłożyć takie środki na referendum, mające jakieś 95% szans na niepowodzenie. #referendum #koszty #polityka

Nasi wolontariusze każdego dnia prowadzą zbiórkę we wszystkich dzielnicach Warszawy. Pozyskują kolejne podpisy i rozdają mieszkańcom koperty z kartami referendalnymi do indywidualnego zbierania podpisów w domu, wśród rodziny i znajomych. To właśnie zbiórki indywidualne oraz kanał pocztowy będą nabierały w najbliższych tygodniach coraz większego znaczenia. W ubiegłym tygodniu już ponad 30 proc. nowych podpisów pochodziło spoza klasycznej zbiórki ulicznej. Po Warszawie krąży obecnie ponad 20 tys. kart referendalnych wydanych mieszkańcom na naszych stanowiskach lub pobranych ze strony

Chcą odwołania władz Warszawy. Tyle podpisów już zebrali
wiadomosci.wp.pl

A ottobre ci saranno le elezioni per il Csm, visto che al referendum hanno prevalso i No. Ed i nodi stanno venendo al pettine. Un magistrato che ha deciso di candidarsi come indipendente senza l'avallo della corrente a cui è iscritto e' stato da questa dichiarato decaduto seduta stante. Si chiama Vincenzo Depalma, era iscritto a Magistratura Indipendente che, a dispetto del nome, non digerisce l'indipendenza dei suoi associati. Cosa potrebbe accadere a chi, eletto consigliere del Csm con i voti di una corrente, ritenesse di trasgredire gli ordini di scuderia? Ma c'è di più. In questi giorni Magistratura Indipendente ha diffuso una circolare, nella quale ha addirittura "intimato" agli iscritti di votare per i propri candidati "ufficiali" specificando che "Tutti gli iscritti sono richiamati alla responsabilità che deriva dal vincolo associativo", e che "tutti i colleghi iscritti a Magistratura indipendente che sostengano espressamente candidati non designati dal gruppo si pongono in aperto e manifesto contrasto con la linea democratica e con le decisioni assunte dai competenti organi rappresentativi di Mi". Si appellano alla elegantemente "responsabilità che deriva dal vincolo associativo", ma la traduzione concreta e' una sola: continuare a mantenere nelle loro mani nomine, promozioni, valutazioni di professionalità, procedimenti disciplinari. Chi non passa dalle correnti può essere bravo o bravissimo, ma non fa carriera. Il giudice Depalma vuole candidarsi senza passare dalla corrente? Decaduto. Agli ingenui che nella campagna referendaria hanno recitato la cantilena che "le correnti della magistratura sono nobili associazioni portatrici di ricchezza culturale..." suggerisco di osservare questa campagna per l'elezione del CSM. A differenza di chi ha frettolosamente archiviato la battaglia referendaria, noi pensiamo che le riforme più ambiziose abbiano bisogno di tempo per maturare, e proseguiremo nel nostro impegno quotidiano. #ElezioniCSM #Magistratura #Indipendenza

TOUT EST VRAI Sans puissance référendaire il est juridiquement, impossible d’arrêter ce système de gangsters qui nous détruit. Il n’est pas vrai que la seule élection présidentielle permet de changer un système Nous Citoyens avons les clés de la délivrance #Vérité #Citoyens #Pouvoir