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#analogia

The author of the entry stated that the government used accounting tricks to hide the true scale of the state's debt and wrote that this evoked associations with criminal organizations. He assessed that the direction of fiscal policy was not encouraging, as the budget deficit and debt servicing costs were increasing year by year, despite the lack of actual implementation. https://t.co/fROjlJZ0dv #PolitykaFiskalna #Zadłużenie #Gospodarka #PL (translated)

ARREGOU? Flávio Dino submeteu a decisão dele sobre Nossa Senhora Aparecida ao Plenário do STF. Só que a decisão foi assinado DEPOIS da divulgação da informação de que Flávio Bolsonaro peticionou em um processo de Fux para que ele anulasse a decisão de Flávio Dino. Dino parece ter enviado a decisão ao plenário do STF para que garantir que sua decisão seja mantida e evitar uma nova guerra de decisões monocráticas, mas dessa vez com Fux. Flávio Dino chega ao ridículo de dizer que a "insegurança jurídica" da decisão de Mendonça, no TSE, pode levar "à censura em massa". Esse é o mesmo Flávio Dino que sempre ignorou que Moraes tinha literalmente um INQUÉRITO DAS FAKE NEWS, DESDE 2019, e que promovia censura DIA SIM E DIA TAMBÉM. Esse é o "moralizador das emendas parlamentares". Sempre disse que a visão de mundo de Moraes não era de "defesa da democracia", mas exclusivamente de questões patrimonialistas. O que o Sr. Vorcaro fez o favor de comprovar =) Agora, vou dizer sobre Flávio Dino: Dino nada mais é do que um juiz político e medíocre com complexo de superioridade. Não tem a obessão de ficar rico, como o coleguinha autoritário, mas detesta ser visto como uma pessoa de intelectualidade mediana. Daí o pobre Aristóteles ser colocado no meio de qualquer analogia e/ou comparação sem pé nem cabeça que Flávio Dino adora fazer. (PS: nada impede de Fux de anular a decisão mesmo assim.) #STF #Censura #InsegurançaJurídica

Analogia do broni jądrowej i stanowiska Einsteina. Jeśli uda się wspólnym wysiłkiem uregulować zasady kontroli nad rozwojem i wykorzystaniem technointeligencji, unikniemy najgorszego. Jeśli nie, ludzkość będzie zagrożona. #współpraca #technologia #przyszłość #Thetweetdoesnotmentionanyspecificcountries.Therefore #theresponseisempty.

📣 Dziś o 18:00 spotkajmy się na corocznej manifestacji pod ambasadą rosyjską - domagajmy się prawdy historycznej, pamięci o zamordowanych przez sowieckich zbrodniarzy Polakach i sprawiedliwości ✌️ Tak o analogiach historycznych z procesem utraty suwerenności 🇵🇱 w XVIII wieku https://t.co/eFMKnkMjsT #Manifestacja #PrawdaHistoryczna #Pamięć #PL #RU

L’11 settembre Amorim spiega la situazione del Milan con l’analogia di uno schianto aereo Il mio mister❤️‍🔥 https://t.co/DMjoUXCnCm #Milan #Calcio #Amorim

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

"A analogia que quero fazer é: um supermercado entrou em Recuperação Judicial. Ele pega um empréstimo para pagar funcionários, para pagar a Recuperação Judicial e aí ele não pode comprar produtos? Carne, feijão, batata, arroz? Os meus produtos são os jogadores. Ele compra produtos mais baratos, vende mais caro e gera receita. Eu sou o gestor de uma empresa de futebol, o meu produto é um atleta. Eu não sou irresponsável por comprar um atleta, eu sou irresponsável se eu não pagar a Recuperação Judicial." 🎙️ Pedrinho, presidente do Vasco. 📸 Reprodução #Futebol #GestãoEsportiva #RecuperaçãoJudicial

MarioFrias Aug 31

🗣️ DOMINGO ESPETACULAR | Flávio Bolsonaro explicou a declaração em que citou ações dos Estados Unidos contra embarcações e afirmou que fez uma analogia não uma defesa de uma operação americana no Brasil. Segundo Flávio, a comparação foi usada dentro de uma discussão sobre o combate ao crime organizado. Sem rodeio: explicou o contexto e sustentou o que quis dizer. #FlávioBolsonaro #CombateAoCrime #PolíticaBrasileira

Silvinei Vasques merece ser lembrado como um dos mártires da ditadura judicial brasileira. Não bastasse tudo o que passou - perseguição, processo injusto, condenação absurda, fuga para o Paraguai seguida de captura e deportação -, agora a besta-fera deu o arremate final na tortura que vem impondo ao ex-Diretor da Polícia Rodoviária Federal: cassou a sua aposentadoria. O Código Penal prevê que um dos efeitos da condenação é a perda do cargo público para quem recebe pena superior a 4 anos de prisão por crime comum. Só que o Silvinei Vasques já não estava mais na ativa. Ele se aposentou ainda em dezembro de 2022. Sua situação previdenciária, portanto, já estava consolidada. Uma aposentadoria dentro da lei, concedida quase quatro anos antes dessa decisão de agora. E é justamente aí que mora o problema. A norma do Código Penal que prevê a perda do cargo, o artigo 92, I, b, fala em perda de cargo, função pública ou mandato eletivo. Ela não fala em cassação de aposentadoria, e a lei penal não pode ser interpretada em desfavor do réu ou condenado. Trata-se de jurisprudência do próprio STJ. Em fevereiro desse ano, a Sexta Turma do STJ julgou o Agravo em Recurso Especial 2.761.474, relatado pelo ministro Sebastião Reis Júnior, e fixou a tese, nas palavras do próprio tribunal: "a perda de cargo público prevista no artigo 92, inciso primeiro, do Código Penal não se aplica a agentes públicos já aposentados". E não é um entendimento novo. Já em 2016, a mesma Sexta Turma do STJ, também sob a relatoria do ministro Sebastião Reis Júnior, decidiu no Agravo em Recurso Especial 1.529.620 que o artigo 92 do Código Penal apresenta hipóteses estreitas de penalidade, entre as quais não está a perda da aposentadoria, e que, por se tratar de norma penal punitiva, esse dispositivo não admite analogia contra o réu. Ou seja: há dez anos o STJ já dizia isso, e repetiu isso agora em fevereiro, exatamente o oposto do que Moraes decidiu contra Silvinei. #Justiça #DireitosHumanos #DitaduraJudicial

Não Barney Aug 20

@samrouff O Estado é laico, se quiserem legalizar o aborto, o façam. Santo Agostinho, por exemplo, defendia que o Estado legalizasse o aborto, porque acreditava que em lugares que fosse legal, a quantidade de abortos seria menor. Mas a Igreja não defende isso. E a analogia é burra. #Aborto #EstadoLaico #Igreja

r00t🇪🇺 Aug 19

Panie Zaradkiewicz, ale Pan właśnie polemizuje z czymś, czego minister Żurek nie powiedział 🤷‍♂️ Nie chodzi o odpowiedzialność Bogdana Święczkowskiego za działalność w TK. Pan minister Żurek zapowiedział sprawdzenie jego własnych słów dotyczących okresu, gdy kierował ABW, i ewentualnej odpowiedzialności za czyn popełniony właśnie wtedy. Święczkowski został sędzią TK dopiero w 2022 r. Pańska analogia z prof. Rzeplińskim i niedopuszczaniem sędziów do orzekania jest więc chybiona. Tam mielibyśmy odpowiedzialność za czyn związany z wykonywaniem funkcji w TK. Tutaj mówimy o potencjalnym czynie sprzed objęcia urzędu sędziego TK. Można krytykować ministra Żurka za przesądzający ton wypowiedzi, zanim cokolwiek ustalono. Sam miałbym do niego o to pretensję 🤷‍♂️ Ale przecież Pan jest sędzią. Naprawdę nie trzeba Panu tłumaczyć różnicy między odpowiedzialnością za czyn popełniony przy wykonywaniu urzędu a odpowiedzialnością za czyn sprzed objęcia tego urzędu. Najpierw więc trzymajmy się przedmiotu sprawy, zamiast zamieniać go na wygodniejszy do polemiki. #Polska #Prawo #TK

El artículo analiza la analogía entre la crisis migratoria actual en Ceuta y los eventos de la Marcha Verde de 1975, argumentando que España, en un momento de debilidad política similar al de esa época, enfrenta un nuevo desafío geopolítico de Marruecos que utiliza la migración como herramienta de presión. #Ceuta #inmigración #geopolítica

Cuando las armas son las personas: la invasión migratoria de Ceuta
Antonio Tabet Jul 30

Venho, por meio deste, apresentar minhas sinceras e respeitosas desculpas a Sociedade Esportiva Palmeiras, a sua torcida e a sua presidente, Sra. Leila Pereira, em razão da publicação na qual estabeleci um paralelo entre a campanha do clube no Campeonato Brasileiro e a trajetória recente da seleção Argentina. Reconheço que a comparação pode ter causado desconforto, indignação e a compreensível sensação de injustiça, motivo pelo qual faço esta retratação de forma pública, espontânea e irrestrita, reafirmando meu absoluto respeito à instituição e à sua história. Após refletir detidamente sobre o ocorrido, concluí que a analogia realmente foi inadequada. A Argentina tem Mundial. #Palmeiras #Desculpas #Futebol

24.hu Jul 27

A cikk Budapest aktuális politikai helyzetéről és társadalmi feszültségeiről számol be, kiemelve Magyar Péter trójai falóként való szerepét, Orbán Viktor Kossuth-analógiáját, valamint a kínai biztonsági emberek és holokauszttagadó iráni exelnök budapesti látogatását. #Kína #biztonság #holokauszttagadás

Bohóc ország lett Magyarországból, Magyar Péter trójai faló, Orbán Viktor az új Kossuth
Solzia ♡ Jul 17

Sol: "ahora en esta época de mundial, a mi me gusta representarlo en el futbol, no entiendo mucho de futbol pero esto es un poco como un partido, estan los jugadores que vamos al frente y tenemos huevos y estan los cobardes. El técnico ingles seguro lo llama a el, porque es el cagon que se pega al arco y manda a todos que vayan a atacar.. es un juego cobarde, QUIERO QUE SE VAYA EMANUEL" Excelente analogía para no entender de futbol jajajs EMANUEL AL 9009 #GranHermano #Mundial #Futbol #GranHermano

G
Greg Jul 6

Hehehe xD a miał to być tylko Kacprzyk. Ot, trafił się jeden wałkarz na całą Polskę. Aż się narzuca analogia do piłeczki. Jak wybuchła afera korupcyjna to też miała to być tylko jedna, czarna owca. Całe środowisko jest do zaorania i tyle. #korupcja #Polska #sport

20 minutos Jul 6

El artículo de Rebeca Marín reflexiona sobre el intenso calor que sufren tanto Madrid como otras partes de Europa, haciendo una analogía entre las altas temperaturas meteorológicas y la tensión política en España, donde las dificultades gubernamentales aumentan en medio de negociaciones complicadas y el impacto del cambio climático en la vida cotidiana. #OlaDeCalor #CambioClimático #PolíticaEspañola

Mucho calor y pocos a la sombra
Anne Nevgi Jul 4

Jälleen kerran malliesimerkki siitä, miten ei tulisi kirjoittaa uutisjuttua. Juttuun haastatellaan vain yhtä, jo ennalta tiettyä poliittista aatesuuntaa edustavaa tutkijaa, apulaisprof. Emilia Palosta. Vastakkaisia näkökulmia ei tuoda esiin. Palonen esitetään neutraalina tutkijana ilman taustatietoja hänen tutkimusprofiilistaan tai aiemmista kannanotoistaan. Lukija ei saa olennaista tietoa arvioida mistä näkökulmista Palonen hallituksen toimia tarkastelee. Tämä on selvä ylilyönti: Palonen vertaa nykyhallitusta orbanilaisuuteen: "Vai olemmeko jo siirtyneet orpolaisuudesta orbánilaisuuteen, jossa tärkeintä on tehdä diilejä kavereiden kanssa, ajaa omaa ideologista agendaa ja taipua siihen, että kun ollaan yhteistyössä perussuomalaisten kanssa niin heidän agendaansa kuuluu tieteen autonomian kyseenalaistaminen ja kansalaisjärjestökentän laajamittainen kyseenalaistaminen?" Tällainen ei ole neutraalia vertailua vaan voimakas normatiivinen tuomio, Orbán symboloi liberaalin demokratian rappeutumista ja diktatuuria. Palonen onkin erikoistunut juuri Unkarin poliittiseen kehitykseen, populismiin ja demokratian rapautumiseen, joten on hän varmaan tästä syystä nostaa esiin Orbánin. Näin hän tällä analogialla siirtää Suomen hallituksen toimet samaan kehykseen ilman, että perustelisi, miksi STEA-kriteerit tai Garden-tuki olisivat vertailukelpoisia Unkarin järjestelmälliseen instituutioiden valtaukseen. Ja toimittaja iloisesti toistaa kaiken, pyytämättä tarkennuksia tai kertomaan syytä miksi vertaa Unkarin tilanteeseen. Joten: Ei jatkoon! https://t.co/Y3OXiHHv79 #Uutisjournalismi #Politiikka #Demokratia

Zbliża się szczyt NATO w Ankarze. Główne wyzwania przed jakimi stoi, można sparafrazować analogią do misji sojuszu z początku I zimnej wojny: trzymać Amerykanów w Europie (budując wspólnie NATO 3.0), Rosję za Dnieprem (wspierać Ukrainę), a Europejczyków razem (europeizować NATO) #NATO2023 #Ukraina #Europa #TR #US #RU #UA

Pride on kyllä aika sekaisin. 😀 Yle uutisoi, että Pride on lisännyt 20 000 euron sopimussakon rivityöntekijöille "jos järjestön sisäisistä asioista kertoo ulkopuolisille". Vaitiolon pitäisi olla ikuinen. Ikuisia vaitiolokieltoja näkee lähinnä sotilassalaisuuksia käsittelevissä soppareissa. Pride perustelee valtavaa sopimussakkoa kiinteistökuningatar Kaisa Liskin KKO:sta saamalla tuomiolla. Analogia ontuu pahasti. Liskin tapaus olisi rinnasteinen, jos joku Priden työntekijöistä perustaisi kokonaan uuden Priden, haalisi asiakkaat sinne ja alkaisi hyödyntää liikesuhteita saadakseen kaupallista hyötyä. Tuollainen ehto ei ole tästä maailmasta. Rapsutteli soppariin mitä hyvänsä, ei Suomesta löydy käräjäoikeuden tuomaria joka sakottaisi tavallista työntekijää noin isolla summalla, jos työntekijä toteaa ääneen että Priden sekoilu ei kestä päivänvaloa. Eipä siinä, tällainen on melko tyypillistä kriisiytyneille organisaatioille. Sen sijaan, että korjataan ongelmia, yritetään tavalla tai toisella estää niiden julkituonti ja asiallinen käsittely. Lopputuloksen voi arvata ennalta - ja nyt nähtävä brutaali uutisointi osaltaan kertoo, miten suomalainen yhteiskunta vastaa idioottimaiseen toimintaan. #Pride #kriisiviestintä #suomalainenyhteiskunta