BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#execução

Execução da Espanha ontem beirou a perfeição em três aspectos: - Correr para frente sempre quando estivesse sem bola, forçando a Argentina a se livrar da bola; - Posse de bola no campo de ataque, deixando a Argentina o tempo todo longe de seu gol; - Isolar Messi com a junção dos dois pontos acima. Messi não teve ninguém próximo dele o tempo inteiro. Com Yamal e Nico longe das melhores condições, faltou letalidade à Espanha. Caso contrário, com esses três pontos somados, o jogo teria terminado no começo do segundo tempo. #Futebol #Espanha #Argentina

A nova decisão de Alexandre de Moraes contra Bolsonaro é a prova cabal de Lawfare contra o ex-presidente. Vamos analisar a decisão: 1- A situação atual de Bolsonaro é comparável ao que aconteceu no processo do Lula quando ele esteve preso? Resposta: SIM. Ainda que alguns juristas tenham insistido que a decisão anterior se tratava de uma situação diferente, porque Lula não estava obrigado a cumprir uma cautelar, a decisão atual versa sobre LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Lula, mesmo preso, mantinha seu direito constitucional a dar entrevistas sobre política(e sobre qualquer outra coisa) e foi isso que Ricardo Lewandowski entendeu quando deu uma autorização para isso na Reclamação 32.035. Ele disse que: o ato do juízo de execução penal de proibir as entrevistas era equivalente a “censurar a imprensa e negar ao preso o direito de contato com o mundo exterior”. Nesse ponto, a decisão de Moraes viola frontalmente a própria jurisprudência do STF. Na época de Lula, o Partido Novo apresentou uma Suspensão de Liminar 1178, para que a decisão de Lewandowski fosse cassada pela presidência do STF. Fux atendeu o pleito. A questão é que no parecer da PGR nesse caso é dito expressamente que proibir as entrevistas pelo seu conteúdo eleitoral significaria claramente CENSURA prévia, o que é vedado pela constituição. "Além disso, o argumento do requerente pressupõe que Luiz Inácio Lula da Silva, na entrevista, emitirá opiniões que resultarão “em inequívoca atividade político partidária e críticas ideológicas ao seu encarceramento”. Ocorre que eventual vedação de entrevista em razão de seu eventual conteúdo caracteriza nítida censura com base no conteúdo, o que não pode ser admitido sob qualquer hipótese." (p.18). Moraes expressamente proibiu Bolsonaro de se manifestar sobre questões políticas, violando seu direito constitucional de liberdade de expressão. 2- Moraes proibiu Bolsonaro de receber visitas com finalidade "político-eleitoral". O que diabos é uma visita com finalidade "político-eleitoral" e onde existe a autorização para essa proibição? O preso Bolsonaro não pode se eleger ou ser eleito, não está participando de atividades partidárias, então que proibição é essa? Aliás, como vai fiscalizar esse tipo de visita? 3- Moraes sabe que a suspensão de direitos políticos não tem relação com expressão de um "manifesto político". O próprio Moraes cita o que entende como "direito político" na sua obra "Direito Constitucional 13ª": "Assim, são direitos políticos: • direito de sufrágio; • alistabilidade (direito de votar em eleições, plebiscitos e referendos); • elegibilidade; • iniciativa popular de lei; • ação popular; • organização e participação de partidos políticos." Nada sobre liberdade de expressão. Mais uma vez, é o escritor Alexandre de Moraes contra o juiz Alexandre de Moraes. 4- O que fazer? a) A defesa de Bolsonaro tem que apresentar uma Suspensão de Liminar para o Fachin. b) Acionar os organismos internacionais cabíveis. #LiberdadeDeExpressão #Lawfare #Justiça

@futebol_info Caralho é inacreditável demais como a execução do Neyma é uma merda em qualquer exercício que envolva musculação. Surreal ninguém corrigir isso #Futebol #Neymar #Musculação

Um homem de 74 anos, Dennis Sochor, será a pessoa mais velha a ser executada na Flórida devido à condenação por sequestro e assassinato de uma jovem em 1982, com a execução marcada para as 18h00 locais. #penaDeMorte #Florida #execução

Homem de 74 anos será pessoa mais velha executada na Flórida

Detalhe importante. @FlavioBolsonaro é também ADVOGADO do Jair na execução da pena domiciliar. Rasgaram a OAB hoje também. Via @rafaelgloves Vamos aguardar a reação dos permitidos: https://t.co/6Mdl2qZAZQ #Justiça #Advocacia #Política

Detalhe importante. Flávio é também ADVOGADO do Jair na execução da pena domiciliar. Rasgaram a OAB hoje também. KKKKKKK https://t.co/h1Ot0JLMFh #Justiça #Advocacia #Política

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

DataFut 1w

Tostão em sua coluna na Folha: “Outro discurso equivocado é o que temos muitos craques, mas faltam estratégias mais eficientes. Precisamos melhorar a maneira de jogar e aumentar o número de craques. Há muitos bons jogadores, alguns especiais como o Vinicius Júnior, porém, existe uma carência de bons laterais, falta um craque no meio campo e na posição de centroavante. O futebol brasileiro necessita de uma grande mudança no planejamento, na execução do que foi programado e na formação de atletas. O antigo chavão de que no Brasil nasce um craque em cada esquina já era. Quem não se prepara, não sabe o que fazer.” #Futebol #Tática #DesenvolvimentoAtlético

VASCO SAF RECORRE AO TJ-RJ E PEDE SUSPENSÃO IMEDIATA DA INTERVENÇÃO JUDICIAL A Vasco SAF protocolou um agravo de instrumento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pedindo a suspensão imediata da decisão que determinou a intervenção judicial na empresa e o afastamento de integrantes do Conselho de Administração. No recurso, a SAF afirma que não está discutindo, neste momento, o conflito societário entre o Club de Regatas Vasco da Gama e a 777 Carioca LLC. Segundo a empresa, o objetivo é demonstrar que, após a implementação da intervenção, surgiram fatos novos que passaram a gerar impactos diretos na operação do clube. Entre os principais argumentos apresentados, a Vasco SAF sustenta que a intervenção aumentou a insegurança de patrocinadores, investidores, instituições financeiras, fornecedores, agentes, atletas e parceiros comerciais. De acordo com a petição, diversas negociações passaram a exigir novas análises jurídicas, atrasando contratos e dificultando a captação de recursos em um momento considerado decisivo para a execução do plano de recuperação judicial. O recurso também destaca que a situação ganhou novos contornos após a renúncia da interventora Samantha Mendes Longo, apenas seis dias depois de assumir a função. A SAF argumenta que a troca da intervenção, somada à declaração de suspeição da magistrada responsável pelo caso e à nomeação provisória de novos administradores, aumentou a percepção de instabilidade na governança da empresa. Outro ponto enfatizado é a proximidade da abertura da janela de transferências. A Vasco SAF afirma que a atual situação tem provocado questionamentos de clubes, empresários e representantes de atletas sobre a segurança jurídica e a capacidade financeira da companhia, o que poderia prejudicar negociações importantes para a montagem do elenco. Diante desse cenário, a SAF pede ao Tribunal que conceda efeito suspensivo ao recurso, suspendendo a intervenção judicial e restabelecendo a composição original da governança até o julgamento definitivo do agravo. Como alternativa, caso a intervenção seja mantida, a empresa propõe a substituição do atual modelo por um monitor independente ("watchdog"), responsável apenas por acompanhar os atos de gestão e informar o Judiciário sobre eventuais irregularidades, sem assumir a administração da companhia. O recurso foi protocolado em 9 de julho de 2026 e será analisado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. #Vasco #Justiça #Esporte

A líder da direita francesa Marine Le Pen anunciou nesta terça-feira, 7 de julho, que será candidata à Presidência da França em 2027, poucas horas após a Corte de Apelação de Paris confirmar sua condenação no caso dos assistentes parlamentares do Parlamento Europeu. “Sou inocente” e “serei candidata”, declarou Le Pen durante entrevista à emissora TF1, afirmando ainda que irá recorrer da decisão e que não pretende cumprir pena com tornozeleira eletrônica enquanto o processo não for definitivamente encerrado. O caso investiga o suposto uso irregular de verbas do Parlamento Europeu entre 2004 e 2016. Segundo a acusação, recursos destinados à contratação de assistentes parlamentares teriam sido utilizados para remunerar funcionários que trabalhavam para o então Frente Nacional, hoje Reagrupamento Nacional (RN). A Justiça manteve a condenação por desvio de recursos públicos, mas reduziu a pena anteriormente imposta. Em março deste ano, Le Pen havia sido condenada em primeira instância a quatro anos de prisão, multa de 100 mil euros e cinco anos de inelegibilidade com execução imediata, decisão que praticamente inviabilizava sua participação na eleição presidencial. A defesa recorreu, e o julgamento passou a ser tratado como um dos mais importantes da política francesa, justamente por definir se a principal liderança da direita poderia ou não disputar o Palácio do Eliseu. A Corte de Apelação confirmou a responsabilidade criminal, mas reduziu a pena para três anos de prisão, sendo dois com suspensão, além de um período de monitoramento eletrônico. A revisão também diminuiu o tempo de inelegibilidade, permitindo que Le Pen recupere seus direitos políticos antes da eleição de 2027. Com isso, o cenário eleitoral francês muda completamente - Jordan Bardella, presidente do RN e apontado como possível substituto, volta a ocupar a posição de plano B, enquanto Le Pen reassume o protagonismo da disputa. Favorita nas pesquisas entre os candidatos da direita, ela transforma uma derrota judicial em um novo capítulo de sua trajetória política. Com a direita em ascensão na França, a batalha pelo Eliseu volta às urnas mas sem sair dos tribunais. #MarineLePen #Eleições2027 #PolíticaFrancesa

A seleção dos EUA fez uma ótima Copa do Mundo e não merece ser rotulada APENAS como o time que foi beneficiado por uma decisão vergonhosa que foi permitir Balogun jogar. O time jogou bola no torneio. Mas hoje, foi mal demais. E Balogun sofreu a falta do gol marcado. Até que ponto o sentimento de estar sendo prejudicada incendiou os belgas a jogarem com uma entrega muito maior do que fizeram até aqui? Juntando isso à péssima execução dos donos da casa hoje, resultou nesse 4 a 1 doído... #CopaDoMundo #Futebol #SeleçãoAmericana

O Ministério da Saúde alertou sobre novas mensagens fraudulentas em nome do SNS 24 que solicitam pagamentos urgentes relacionados a uma suposta execução fiscal, enfatizando que o SNS 24 é gratuito e nunca pede esse tipo de pagamento. #MinistérioDaSaúde #SNS24 #Fraude

SMS fraudulentas em nome do SNS 24 pedem pagamentos
DataFut 2w

URGENTE!🚨 🇺🇸 A FIFA CONFIRMOU! BALOGUN VAI PODER JOGAR! 😳 “De acordo com o artigo 27 do Código Disciplinar da FIFA, a execução da suspensão de partida está suspensa por um período probatório de um ano. “Se Folarin Balogun cometer outra infração de natureza e gravidade semelhantes durante o período probatório, a suspensão será revogada e a sanção aplicada, sem prejuízo de qualquer sanção adicional imposta pela nova infração.” Ou seja: O cartão vermelho CONTINUA mas a SUSPENSÃO da partida está CANCELADA! 🤯 #FIFA #Balogun #Football

A ministra da Justiça de Portugal, Rita Júdice, pediu uma moratória global da pena de morte durante o 9.º Congresso Mundial Contra a Pena de Morte em Paris, destacando o papel pioneiro de Portugal na abolição desta prática há 159 anos e apelando a outros países que ainda a aplicam para que suspendam sua execução como um passo inicial em direção à abolição definitiva. #PenaDeMorte #Abolição #DireitosHumanos

Rita Júdice pede moratória global da pena de morte
Lula 3w

Mais 101km da Transnordestina entregues hoje, em Quixeramobim (CE). Esta é a maior obra de infraestrutura linear em execução no nosso país. A Transnordestina leva grãos, fertilizantes, combustíveis, cimento e minério. E traz emprego, escoamento da produção e desenvolvimento regional. Cruza 53 municípios. São 1.206 quilômetros entre Eliseu Martins (PI) e o Porto do Pecém (CE). Desse total, 777km estão concluídos. Entregamos hoje 100 vagões graneleiros e confirmamos a produção de outros 370. Anunciamos o desembolso de mais R$ 600 milhões para acelerar a sequência das obras. Quando estiver finalizada, a Transnordestina terá capacidade para transportar mais de 30 milhões de toneladas de cargas por ano. Um marco para a infraestrutura nacional e para o desenvolvimento do Nordeste. 📸 @ricardostuckert #Transnordestina #Infraestrutura #DesenvolvimentoRegional

Lula 3w

Um antigo sonho do povo baiano começa a se concretizar. A Ponte Salvador – Itaparica é um dos maiores projetos de infraestrutura em execução no Brasil. O complexo tem 12,4 quilômetros de extensão, um vão central estaiado de 682 metros de comprimento e 85 metros de altura, além de acessos viários, uma via expressa em Vera Cruz e a duplicação de trecho da BA-001. O investimento supera R$ 11,5 bilhões, com R$ 3 bilhões do Novo PAC. Quando pronta, a estrutura vai reduzir em cerca de duas horas o deslocamento entre Salvador e o Baixo Sul da Bahia, com benefício para milhões de pessoas e fortalecimento de toda uma cadeia ligada ao turismo. Nessa fase inicial já há mais de 300 profissionais em atuação e 27 empresas nacionais contratadas para fornecer equipamentos, materiais e serviços. Emprego, renda, mobilidade, turismo e parceria com o setor privado, com benefício direto para os baianos. 📸 @ricardostuckert #Infraestrutura #Bahia #Desenvolvimento

Lula 3w

Investir na indústria naval de defesa é investir em soberania. Na primeira agenda do dia em Itajaí (SC), acompanhei o batismo da Fragata Cunha Moreira, o terceiro de quatro navios de alta tecnologia da classe Tamandaré, construído com mão de obra nacional qualificada para a Marinha do Brasil. As embarcações têm 107 metros de comprimento, convés de voo e hangar para helicópteros, além de radares, sistemas de armas avançados e sensores integrados, nos mais rigorosos padrões de navegabilidade, estabilidade, operação, desempenho e segurança. Entre outras funções, vão atuar para proteger as riquezas da chamada Amazônia Azul, área marítima de mais de 5,7 milhões de km². O programa vai gerar 23 mil empregos (entre diretos, indiretos e induzidos) ao longo de sua execução. Investimento estimado de R$ 13,9 bilhões até 2030, dos quais R$ 10,5 bilhões pelo Novo PAC. Um impulso à indústria e à qualificação de empresas nacionais para a produção, manutenção e modernização dos navios. 📸 @ricardostuckert #IndústriaNaval #Defesa #Soberania

CHOQUEI 4w

🚨FAMOSOS: Gil do Vigor e seu sobrinho se emocionam durante a execução do hino nacional. https://t.co/vkWuJZDPAr #GilDoVigor #HinoNacional #Emoção

NOVO CEO Vasco anuncia saída de Amodeo e entrada de Fred Luz como novo CEO. “A Vasco SAF informa que Carlos Amodeo encerra suas funções executivas na companhia. A decisão foi definida de forma consensual entre o executivo e o Conselho de Administração, abrindo espaço para um novo ciclo na gestão do clube. Fred Luz, sócio da Alvarez & Marsal, assume o cargo de CEO da Vasco SAF. O executivo chega com ampla experiência no mercado para liderar uma etapa estratégica do processo de fortalecimento institucional e desenvolvimento da companhia. A estrutura executiva passa a contar também com Ricardo Abreu, que assume a posição de COO (Chief Operating Officer), reforçando a governança e a capacidade de execução da companhia neste novo momento. A Vasco SAF agradece a Carlos Amodeo pela dedicação e pelo trabalho realizado ao longo desse período, desejando a ele pleno sucesso nos próximos desafios” #Vasco #CEO #Mudança

A Vasco SAF informa que Carlos Amodeo encerra suas funções executivas na companhia. A decisão foi definida de forma consensual entre o executivo e o Conselho de Administração, abrindo espaço para um novo ciclo na gestão do clube. Fred Luz, sócio da Alvarez & Marsal, assume o cargo de CEO da Vasco SAF. O executivo chega com ampla experiência no mercado para liderar uma etapa estratégica do processo de fortalecimento institucional e desenvolvimento da companhia. A estrutura executiva passa a contar também com Ricardo Abreu, que assume a posição de COO (Chief Operating Officer), reforçando a governança e a capacidade de execução da companhia neste novo momento. A Vasco SAF agradece a Carlos Amodeo pela dedicação e pelo trabalho realizado ao longo desse período, desejando a ele pleno sucesso nos próximos desafios #Vasco #Mudanças #Gestão