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#Alemães
Sérgio Santos 23h

Sérgio Santos wrote that a German was making another video to humiliate southerners whom he considered false Germans. According to him, the video exposed a resident of Santa Catarina who allegedly claimed that 100% of the state's inhabitants were Germans and that there were no poor people, thieves, or beneficiaries of the Bolsa Família. https://t.co/Zo6izKCFqg #Alemães #VergonhaAlheia #SantaCatarina (translated)

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Observador 4w

O artigo de João Marques de Almeida discute a recusa dos partidos alemães, especialmente a CDU, em dialogar ou formar coligações com a AfD, alertando que essa atitude não só legitimiza a AfD como alternativa política, mas também pode ameaçar a qualidade democrática do país. #Alemanha #Democracia #AfD

observador.pt
Os partidos alemães não aprendem?
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Helena Ferro de Gouveia 4w

Tem sido um exercício fascinante ler o X alemão e o que os árabes e muçulmanos berlinenses nele escrevem. Há meses que turcos,palestinianos, egípcios e moderados árabes alertam para o extremismo e o perigo da aliança entre marxistas-islamistas e clans árabes mafiosos. Alguns destes críticos do Die Linke andam diariamente com escolta policial. Se não são sensíveis ao medo dos judeus alemães- Merz ontem afirmou que a vida judaica não está segura em Berlim, o peso que esta frase tem - sejam aos alertas de árabes e muçulmanos. Quem me acompanha aqui no X sabe que não tenho parado de alertar para este perigo. Estamos a viver a Submissão de Houellebecq. #Berlim #Extremismo #DireitosHumanos

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McQueeИ Infos 🚗 Aug 17

🚨| EXCL: Nova proposta com condições melhoradas enviada ao Bayern Munique por João Palhinha. A estrutura voltou à carga para tentar desatar o nó com os alemães. 👀⏳ https://t.co/Gv2CAoeg8z #TransferNews #BayernMunich #JoãoPalhinha

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Helena Ferro de Gouveia Jul 26

Os factos são teimosos. Ontem quando soube do atentado em Berlim, cidade que conheço como a palma da mão, suspeitei logo que a autoria di mesmo só poderia ter uma origem. Porquê? 1. Este ano é o terceiro atropelamento de multidões na Alemanha, houve um em maio e dois em fevereiro. Estava a passar o natal com a minha família na Alemanha quando houve o atentado contra o mercado de Natal em Magdeburgo no Natal de 2024 e recordo-me bem ( ainda vivia na Alemanha) do atentado do ISIS contra o mercado de Natal em Berlim em 2016 ( ainda vivia na Alemanha). Os mercados de Natal antes lugares de celebração onde íamos em família comer um salsicha ou comprar amêndoas caramelizadas e beber um Glühwein tornaram-se fortalezas entre pilares de betão e polícia de metralhadora. Muitas pequenas cidades alemãs deixaram de os realizar devido aos custos incomportáveis com a segurança. 2. Quando a Polizei de Berlim disse que o autor saiu da viatura com uma arma branca e terá esfaqueado pessoas em seu redor fiquei sem dúvidas. Infelizmente 80 esfaqueamentos por dia não me permitem te-las. 3. O terceiro indício foi a mobilização da GDG9, a unidade especial de contra terrorismo da polícia federal alemã. Esta unidade cuja identidade dos seus elementos é secreta foi criada em 1972 na sequência do atentado nos Jogos Olímpicos de Munique , resgatou reféns do voo 181 da LH desviado por terroristas palestinianos para a Somália , e teve um papel determinante no combate à RAF ( Baader-Meinhof). 4. O aumento do número de islamistas dispostos a matar é algo que deixa as autoridades alemãs muito preocupadas. 28 645 é o número de pessoas sinalizadas pelos serviços de informação alemãs como islamistas com disposição para o uso da violência. A ameaça representada pelo terrorismo islamista continua a ser elevada. Isto fica particularmente evidente nos seis atentados de motivação islamista ocorridos desde 2024 e nos quatro em 2025. Para além da Alemanha, continuam a existir outros países europeus no radar de diversas organizações terroristas. Destacam-se, neste contexto, o «Estado Islâmico» (EI) e as suas ramificações regionais, como o «Estado Islâmico da Província de Khorasan» (ISPK). 5. Não é o primeiro atentado islâmico contra a comunidade LGBT, houve um em Dresden em 2020. Sei que a tentação de alguns comentadores alemães e por cá também foi apontar o dedo de imediato à extrema-direita, também ela homofóbica. O enterrar a cabeça na areia face aos atentados terroristas de baixa intensidade é parte do problema e não da solução. A ameaça islamista não o é apenas para a comunidade judaica alemã, mas é-o também para a comunidade LGBT e para as mulheres em geral ( veja-se o aumento das violações grupais ). Ignorar isto é alimentar populismos e não resolve nada. Estamos em plena guerra civilizacional e aqueles que financiam as manifestações Free Palestine e a extrema esquerda alemã são os mesmos que financiam o terrorismo na Alemanha. Isto são factos. #Terrorismo #Alemanha #Segurança

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Observador Jul 21

O Presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, revelou que uma reunião secreta entre líderes alemães e russos ocorreu em Baku, sem o conhecimento das autoridades azeris, com o objetivo de discutir possíveis soluções para o conflito na Ucrânia. #GuerraNaUcrânia #Azerbaijão #ReuniãoSecreta

observador.pt
Azerbaijão acolheu "reunião secreta" entre alemães e russos
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Kiritkumar Gentilal Jul 13

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

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Hoje no Mundo Militar Jul 5

Durante a 2ª GM, os generais alemães tinham medo de mostrar a real situação da linha de frente para Hitler, e por isso frequentemente apresentavam avanços que não existiam ou pintavam um cenário muito menos catastrófico. Com Putin está acontecendo a mesma coisa e isso ficou bem evidente nas fotos que circularam esta semana, com os comandantes russos mostrando a Putin um mapa da frente muito diferente da realidade. Das duas uma, ou Putin sabe que esses mapas são falsos e que são apresentados apenas para fins de propaganda, ou então ele está sendo mesmo iludido pelos seus comandantes, que apresentam avanços e vitórias que não existem. Um exemplo, esta semana Putin disse que foi informado que a Rússia tinha capturado Kostiantynivka, mas hoje a Ucrânia divulgou vídeos de soldados no centro da cidade, desmentindo a alegação russa. #hojenomundomilitar #Guerra #Putin #Propaganda

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Bundesliga Insider Jun 25

⚠️ Manuel Gräfe, árbitro alemão aposentado, avaliou a jogada anterior ao gol de Leroy Sané: — “Não houve falta 🫣😅. Como alemães, agradecemos… Mas essa decisão é uma piada.” #Futebol #Árbitro #Sané

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Guga Chacra Jun 23

É normal torcer contra seleções na Copa. No meu caso, dos 48 times, o último que gostaria de ver campeão é a Alemanha. Nada contra os alemães. Mas é o temor de virarem pentacampeões como o Brasil. Isso sem falar no trauma dos 7 a 1. Concordam? #CopaDoMundo #Futebol #Torcida

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camargo Jun 20

eu decidi te amar. eu decidi te seguir na copa do mundo, vamos meu craque, acaba com os alemães. Yan Diomande. https://t.co/BxqyTYPfM3 #CopaDoMundo #Futebol #Amor

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Alessandro Mazza Jun 19

@jessicatuga DEVE DOER ACEITAR A VERDADE NÉ? ENQUANTO BOSTUGAL SÓ TEM INDIANOS E ANGOLANOS, O BRASIL É CONHECIDO COMO O PAÍS COM A MAIOR DIVERSIDADE ÉTNICA DO MUNDO(ITALIANOS, LIBANESES, ALEMÃES, JAPONESES, ETC). ATÉ AS SELEÇÕES ITALIANAS DE FUTSAL TODOS SÃO BRASILEIROS NATURALIZADOS. KKKKK https://t.co/gGVL0Sz5ib #Diversidade #Cultura #Brasil

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LIBERTA DEPRE Jun 15

Muito depois do apito final da partida entre Alemanha e Curaçao, Jonathan Tah e Felix Nmecha, atletas alemães, se juntaram aos jogadores curaçauense no círculo central do gramado para um momento de oração. Após a imagem viralizar, Nmecha explicou a cena na zona mista do Estádio NRG, em Houston: "Durante o jogo somos adversários, após a partida, todos somos cristãos e irmãos." 📽️@SkySportDE #Futebol #Solidariedade #Espiritualidade

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Valentin Furlan Jun 14

🚨🚨 EXCLUSIVO: Após primeiros contatos positivos, São Paulo iniciou negociações com o Hoffenheim por Arthur Chaves. Um modelo avaliado entre as partes seria um empréstimo CURTO. Tricolor trabalha pelo sinal verde dos alemães. https://t.co/2U0KniRa4J #SãoPauloFC #Hoffenheim #Futebol

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Scuderia Ferrari BR Jun 14

A Ferrari parece que enganou a Mercedes na sexta-feira, os alemães pensaram que na melhor volta do SF-26 o carro estava carregado com mais combustível. Os dois pacotes trazidos pela equipe melhoraram o carro em SEIS décimos. Toto Wolff revelou que a Mercedes não conseguiria trazer um pacote como esse por causa do teto orçamentário. 🗞️ @GiulyDuchessa #F1 #Ferrari #Mercedes

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Ivan Kleber Jun 14

Brasil 🇧🇷/Alemanha 🇩🇪: O governo alemão ressaltou aos seus cidadãos que pretendem visitar o Brasil, a necessidade de cautela redobrada para em questões relacionadas ao crime e segurança. O texto destaca riscos de criminalidade urbana, incluindo roubos, furtos, sequestros-relâmpago e golpes financeiros, e recomenda medidas adicionais de segurança durante a estadia. Não houve, contudo, mudança no status do Brasil como destino turístico para viajantes alemães. “A taxa de criminalidade e o risco de ser vítima de crimes violentos são altos no Brasil, especialmente em grandes cidades como Belém, Fortaleza, Maceió, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo. As favelas são particularmente afetadas. Em alguns casos, as favelas são controladas por criminosos e traficantes.” diz o documento. #Brasil #Segurança #Turismo

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Hoje no Mundo Militar Jun 6

Neste dia no ano de 1944, 150 mil jovens foram lançados contra a "Muralha do Atlântico" de Hitler na costa francesa da Normandia, o famoso Dia D. Naquela época, a Alemanha controlava grande parte da Europa, inclusive a França. Os Aliados queriam entrar na Europa para começar a retomar o controle dos alemães. A Normandia foi escolhida porque tinha praias nas quais os Aliados podiam pousar e ficava a uma curta distância dos aviões que os Aliados tinham na Grã-Bretanha. O ataque foi uma surpresa para os alemães, planejado em segredo. Começou bem cedo, antes mesmo do nascer do sol, e envolvia três partes principais: Ataque aerotransportado, com paraquedistas lançados atrás das linhas inimigas com a missão de capturar lugares importantes, como pontes, para impedir que os alemães trouxessem reforços. Bombardeio naval, com navios no Canal da Mancha bombardeando pesadamente as defesas alemãs na costa. Isso enfraqueceria as defesas antes que as forças principais desembarcassem. E finalmente o desembarque anfíbio, com milhares de soldados desembarcando nas praias da Normandia em barcos especiais. Isso foi realmente perigoso porque eles foram atacados pelas defesas alemãs que estavam estrategicamente posicionadas ao longo da costa. Havia cinco praias onde desembarcaram, com os nomes de código Utah, Omaha, Gold, Juno e Sword. Apesar de muitas dificuldades e muitas pessoas corajosas perdendo suas vidas, os Aliados conseguiram proteger as praias e avançar para a França. Estima-se que cerca de 10% dos homens que desembarcaram na Normandia neste dia 6 de junho foram mortos ou feridos. O Dia D abriu uma segunda grande frente na Europa, acelerando o fim do sonho nazista de Hitler de dominar todo aquele continente. #DiaD #SegundaGuerraMundial #História

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DataFut Jun 5

Da faculdade para a Copa do Mundo: Matt Freese, goleiro dos Estados Unidos, é formado em Economia pela universidade de Harvard ‼️🇺🇸 Na faculdade, ele também fez um estudo sobre PÊNALTIS. Durante a Copa Ouro de 2025, ele pegou TRÊS PÊNALTIS na disputa contra a Costa Rica classificando os Estados Unidos para a próxima fase; após esse feito, perguntaram para ele detalhes sobre a pesquisa que ele havia feito sobre os pênaltis, e essa foi a resposta: "É cedo demais, ainda tenho muitos pênaltis na carreira.. quando eu tiver meus 42 anos e aposentado podemos conversar de novo!" A família do goleiro é bastante estudiosa: Os avós eram cientistas alemães que foram para os EUA pós segunda guerra mundial. Ernst, seu avô, foi um renomado biólogo. A tia (Katherine Freese) é astrofísica e especialista em matéria escura, o pai era neurocirurgião formado em medicina por Harvard e tem um doutorado em neurobiologia no MiT. A lista de acadêmicos se estende pela família de Matt, que optou por ser jogador de futebol. Que história! 📔⚽️ #Futebol #CopaDoMundo #Educação

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Sporting Adeptos May 28

João Palhinha está disposto a baixar o salário ao limite para voltar ao Sporting CP. (@abolapt) O médio de 30 anos é sonho dos Leões e as negociações estão em marcha para o regresso a Alvalade. O maior obstáculo agora será convencer o Bayern a abrir mão do internacional português, que tem contrato com os alemães válido até junho de 2028. #SportingCP #JoãoPalhinha #Transferências

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Jornal Expresso May 14

Olaf Köndgen, um especialista em direitos humanos, compartilha sua experiência ao explorar os arquivos nazistas online disponibilizados pelo jornal Die Zeit, revelando que muitos alemães, incluindo sua família, podem ter conexões com o Partido Nazista, o que levanta questões sobre a cumplicidade de seus familiares com o regime de Adolf Hitler. #ArquivosNazistas #HistóriaAlemã #DireitosHumanos

expresso.pt
Olaf é um de muitos alemães que descobriram familiares nos arquivos nazis online: “Não sou o meu pai, não sou o meu avô”
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