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#narratíva
B

Coincidência, não?🤔 No 08/01, uma minuta apócrifa ganhou peso na construção da narrativa de uma trama golpista usada para condenar Bolsonaro e seus aliados. Agora, um “relatório” apócrifo, sem testemunhas, sem depoimentos e sem provas, é usado para apontar supostos “indícios de crime” de Mendonça. De Bolsonaro a Mendonça, o paralelo é evidente: onde a prova não chega, a interpretação completa. Aliás, a CRIATIVIDADE! #Bolsonaro #Mendonça #PolíticaBrasil

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EL MUNDO 11h

In his speech at the Congress, President Pedro Sánchez exposed contradictions and nuances regarding the migration crisis in Ceuta, revealing that several official data clash with the narrative defended by his government. (translated)

Desmentido por los documentos... y por sí mismo

Manu Sánchez, in the return of 'El Perro Andaluz', criticizes politicians for the crisis in Ceuta, urging them to put aside their interests and work together in the face of the serious situation, and defends the plurality and coexistence of the city against the narrative of division and fear. (translated)

Manu Sánchez da un repaso a los políticos por la crisis de Ceuta: «Parad de pensar en vuestras sardinas»

Não sou advogado do Nikolas, nem quero ser. É apenas um colega com quem tenho um bom convívio e com quem batalhei na mesma trincheira nos últimos quatro anos na Câmara dos Deputados. O vazamento do áudio dele com Vorcaro só demonstra o desespero e a falta de armas da esquerda. Quem ouve a gravação percebe claramente que não há nada de irregular. Se houvesse, esse áudio já teria sido divulgado há muito tempo. O objetivo principal é tentar blindar o Xandão e os demais corruptos de Brasília. Querem equiparar um áudio irrelevante ao recebimento de milhões para proteger e acobertar crimes usando uma instituição da República. Vale lembrar: Nikolas não viajou para Londres com tudo pago, não tomou uísque caríssimo como fez o PGR Paulo Gonet e jamais pediu garotas de programa como fez o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre. Vorcaro fez negócios lícitos com diversas empresas e personalidades — incluindo o Grupo Globo, o apresentador Ratinho e os produtores do filme sobre Jair Bolsonaro —, além de suas atividades ilícitas. É preciso ter a honestidade de separar o joio do trigo. Nem todos estão no mesmo balaio, por mais que Lula, Xandão e a esquerda tentem forçar essa narrativa. #PolíticaBrasil #CâmaraDosDeputados #Corrupção

Eles estao desesperados para tirar o STF do noticiário com um monte de "nao noticias" Mendonca encontrou com Vorcaro sim, na sequência mandou prende-lo. Nikolas começa o audio dizendo: "NAO CONHEÇO O DANIEL, NAO TENHO PROXIMIDADE COM ELE". Tentar, de alguma forma, equiparar esses acontecimentos a relacao de Gonet e Alexandre com o banqueiro, é abusar da inteligência de qualquer um. Estao soltando estalinhos na intenção de distrair o eleitor e dar alguma narrativa para a esquerda, que DESEJA SALVAR ALEXANDRE! Alem de distrair o público com essas "nao notícias", dessa forma os veículos de imprensa de esquerda se esquivam de falar sobre todas as revelações envolvendo o Moraes. Que tática deplorável. #STF #notícias #política

Debería darte vergüenza llamarte periodista mientras te arrodillas al poder que deberías estar fiscalizando. Difundes sus narrativas para criminalizar a los miles de ceutíes y compatriotas que, en una manifestación ejemplar, los acompañamos en el Congreso de los Diputados. R4cistas infames y progres cuya ideología es fingir que son las mejores personas estáis encantados de haberos conocido, existís por retroalimentación, para seguir espoleando la confrontación y polarización entre españoles que os observamos espantados y cansados. #Periodismo #Confrontación #Ceuta

E
EL MUNDO 24h

Sumar and its allies strongly criticize Pedro Sánchez's management of the migration crisis in Ceuta, accusing Morocco of carrying out an attack and a destabilization operation against Spain, while demanding urgent measures and questioning the government's official narrative. (translated)

Sumar y los socios se desatan contra el relato oficial y la gestión de Sánchez: "Defender otra hipótesis no es creíble"

SOBRE LA MENTIRA IRRESPONSABLE DEL “VOTO FUSIL” La narrativa de ficción del voto fusil no se sostiene sino en las mentiras del señor De la Espriella. Aunque los datos lo contradicen, él insiste en desconocer que millones de personas en las poblaciones rurales votaron en contra de su proyecto político. La Misión de Observación Electoral (MOE) lo ha demostrado: De la Espriella ganó en 77 de los 112 municipios de influencia del Estado Mayor Central y en 64 de los 97 con presencia del ELN y Comuneros del Sur. Durante la campaña presidencial denuncié públicamente y ante las autoridades competentes todo hecho de injerencia de grupos armados, a favor de cualquier campaña, de los que tuvimos conocimiento. Ahora, contra toda evidencia, su estrategia solo pretende desconocer que las poblaciones rurales cada vez tienen mayor participación política, y lo que es más grave, busca poner en riesgo a millones de campesinos y campesinas que no apoyaron su campaña. #VotoFusil #ParticipaciónPolítica #Elecciones2023

"embate entre moraes e mendonça" lamentável que a imprensa compre essa narrativa. não é uma briga de vizinhos. é um caso com indícios gravíssimos de tráfico de influência contra um integrante da mais alta corte do país que precisa ser investigado. #Justiça #Imprensa #Corrupção

É preciso entender o tamanho do movimento que está em curso. A gente já viu esse filme na Lava Jato, quando setores do Judiciário, da política e da mídia atuaram juntos para construir uma narrativa com consequências gravíssimas para a democracia brasileira. Foi assim em 2018 e não podemos permitir que isso se repita. Enquanto o país é arrastado para mais uma crise política, pautas fundamentais para a vida do trabalhador, como o fim da escala 6x1, correm o risco de sair do centro do debate. Por isso, é fundamental que a militância não durma e que a gente valorize os nossos representantes que continuam lutando para garantir dois dias de descanso e uma jornada digna para o povo brasileiro. E a regra precisa valer para todos. Se querem investigação, quebra de sigilo e transparência, então que investiguem tudo. Queremos esclarecimentos completos sobre as relações de Flávio Bolsonaro com a Dark Horse e com o Banco Master, sobre os valores ainda não explicados e sobre todas as pessoas envolvidas nesse caso. Também é legítimo questionar a permanência de André Mendonça na relatoria diante de relações que possam comprometer a necessária aparência de imparcialidade. Qualquer vínculo com personagens investigados precisa ser esclarecido, e a condução do caso não pode deixar dúvidas sobre independência. Se for necessário, a relatoria deve ficar com um ministro sem qualquer relação com os envolvidos. O Brasil já pagou caro demais por investigações seletivas, vazamentos seletivos e indignação seletiva. Não aceitaremos dois pesos e duas medidas. Não aceitaremos que uma nova crise institucional seja usada para atropelar a democracia. E muito menos aceitaremos que ela sirva para tirar da urgência aquilo que muda de verdade a vida do povo: o fim da escala 6x1. FIM DA ESCALA 6x1 JÁ #Democracia #DireitosTrabalhistas #Justiça

Iván Cepeda advierte que los bombardeos y la fumigación perpetúan el desastre y no son la solución al narcotráfico Bogotá, D.C., 2 de septiembre de 2026. En la sesión de este miércoles de la Comisión Primera del Senado, el senador y líder de la oposición, Iván Cepeda Castro, hizo un vehemente llamado al Gobierno y a las distintas bancadas para replantear la política antidrogas del país. Cepeda advirtió que la estrategia basada en bombardeos, fumigaciones y represión militar es un modelo agotado que no resolverá el problema estructural del narcotráfico. "El camino que va a recorrer este gobierno es la perpetuación del desastre. En la idea de que se puede acabar el narcotráfico bombardeando unos campamentos, acabando o fumigando unos cultivos, y simplemente reprimiendo a unas poblaciones campesinas que no tienen acceso a otras formas de desarrollo económico distinto al del cultivo de la coca", aseguró durante su intervención. El excandidato presidencial y senador instó al Congreso a abandonar los clichés y las disputas puramente ideológicas para enfocarse en la verdadera raíz del conflicto: la necesidad de una transformación territorial y la mejora de las condiciones de vida de las comunidades. Señaló que el narcotráfico es un fenómeno económico global cada vez más poderoso y que Colombia lleva décadas aplicando fórmulas represivas que ya han demostrado sus límites históricos, incluyendo las ejecutadas en administraciones anteriores. Asimismo, Iván Cepeda rechazó categóricamente los señalamientos de otros sectores políticos que intentan deslegitimar el voto en las regiones. Calificó como una "ficción" y una "mentira irresponsable que pone en riesgo a poblaciones enteras" la narrativa de que cuatro millones de colombianos votaron bajo la amenaza de un fusil. Aseguró que, pese al incremento de la presencia de grupos armados en ciertos territorios, la Misión de Observación Electoral (MOE) ha registrado un aumento sostenido de la participación política de la población rural colombiana que pasó del 52.3% en 2018 al 57.27% en 2022 y alcanzó 64.39% en 2026. "Ese dato nos debe llamar la atención, porque implica que, a pesar de la presencia de los grupos armados, hay un incremento de la votación, lo cual es un fenómeno supremamente interesante. Estamos ante un mundo rural más participativo en términos electorales", explicó. Finalmente, el senador Cepeda Castro reiteró su invitación a dar un debate serio, no para obtener victorias políticas coyunturales, sino por el bien del país, buscando soluciones estructurales frente a un negocio ilícito que lleva 50 años fortaleciéndose bajo las mismas políticas fracasadas. #Narcotráfico #PolíticaColombiana #DerechosHumanos

Os 3 porta-vozes do sistema (a colunista social, a leitora de WhatsApp e o neopetralha) estão empenhados em desqualificar a relatoria de André Mendonça nos casos Master e INSS, como fizeram na última década com todos que destravaram investigações capazes de comprometer seus aliados e fontes de narrativas. Dessa vez, no entanto, a maioria da imprensa não parece disposta a naturalizar a anulação de provas. #Imprensa #Justiça #Política

Alexandre de Moraes jurou de pé junto que não era ele nas mensagens com Vorcaro. Que os prints estavam em “pasta de outra pessoa”. Só que o relatório da PF desmontou essa narrativa — e mostra o outro lado da linha. Nesta reportagem, explico o plano infalível de Vorcaro que falhou: escrever no bloco de notas do iPhone, tirar um print e mandar em visualização única, para o texto sumir. O WhatsApp apaga a foto. O iPhone, não. Cada captura gerava um PDF temporário. A perícia leu. Foram 52 envios ao número salvo como “Alexandre de Moraes BRASILIA”. O contato foi passado por Fábio Faria em dezembro de 2023. E, para enterrar de vez a tese da “pasta errada”, a PF escolheu justamente o dia que o STF usou para negar o contato: 17 de novembro de 2025. Cinco envios de visualização única. Cinco logs. E não foi só Vorcaro quem falou. Aquele contato ligou o apagamento automático, apagou quatro mensagens que havia enviado e devolveu quatro fotos. No mesmo dia em que o laudo saiu, Gonet pediu ao STF para anular tudo: Mendonça não poderia investigar Moraes. O foro existe. Só que a PF não partiu do ministro. Partiu das mensagens que Moraes diz não serem dele. Se quiserem levar essa tese até o fim, terão de admitir que as conversas são reais. Xeque mate. https://t.co/d5hwgUYSmV #Política #Justiça #Brasil

Mendonça recebeu Vorcaro em seu gabinete. Ouviu. E votou contra o interesse do banqueiro amigo da galera. A narrativa do Instituto Com Lula não durou 5 minutos. Próxima. https://t.co/tQI3ywXpLW #Política #Brasil #Mendonça

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

O contra-ataque veio rápido e a narrativa também. Mendonça não era relator do caso Master no momento dos fatos narrados, nem havia inquérito do Master no STF naquele momento. https://t.co/hFefZPVfDL #Política #Justiça #Brasil

Ho sempre voluto proteggere Belen, sin dal primo giorno in cui l’ho incontrata, ma ora non la posso proteggere più. Faccio questo mestiere da quando sono nato, fa parte di me, è nel mio sangue. Amo il mio lavoro, e ho il dovere di raccontarvi la verità. Quando fai parte del mondo dello spettacolo e vivi guadagnando sull’amore della gente, non puoi più lamentarti invocando la tua privacy, perché non esiste più. La narrazione, anche se avete i vostri social, non la comandate voi, la decide il pubblico. Ho creato questo format per portare la verità, a prescindere da chi ho di fronte. È gossip. Ma non solo, è informazione, sociologia della comunicazione, psicologia giovanile, narrativa, contenuto, performance. “FALSISSIMO”. P.S. non provate a farlo, è pericoloso. GUARDALA QUI https://t.co/DX3cJofGWw #gossip #verità #spettacolo

The article analyzes the paradox of the criticisms from Morocco and other European countries towards Spain for the regularization of migrants, questioning the narrative of the pull effect and highlighting that migration is a complex phenomenon influenced by multiple factors and not necessarily by the granting of permits in Spain. (translated)

El falso “efecto llamada”: la paradoja de las críticas de Marruecos y países europeos a España por la regularización de migrantes

🚨 Os ministros da “ala Moraes” tentarão salvar o colega reduzindo tudo a uma briga entre Mendonça e Moraes. Assim, pretendem esconder que Mendonça está fazendo seu trabalho e que Moraes pode ter cometido crimes Ao colocar Mendonça e Moraes como adversários em um ringue, a estratégia é igualar os dois, politizar o caso e lançar uma cortina de fumaça sobre a questão jurídica. Boa parte da imprensa ecoará essa narrativa. Desconfiem de quem falar em “briga interna”, “crise no STF”, “interesse eleitoral” e coisas do gênero. #STF #Política #Justiça

Em 15/3/2025, Ciro Soares enviou a Vorcaro uma foto com Gonet: “Liga aqui. Ele quer falar com você”. Na sequência, Ciro e Vorcaro fizeram quatro chamadas. Agora o próprio Gonet pede a anulação do relatório que documenta o episódio - a aparência de conflito é incontornável. Essa é a narrativa com a qual querem cavar o pênalti: transformar André Mendonça no novo “juiz da Lava Jato”, acusá-lo de extrapolar suas funções e, com isso, anular toda a investigação. Mais um golpe do sistema - agora para impedir que o próprio sistema seja investigado. ACORDA BRASIL!! #Brasil #LavaJato #Justiça