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Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

W lutym 2025 roku poseł PiS Michał Moskal opublikował na platformie X pismo szefa Urzędu do Spraw Cudzoziemców Tomasza Cytrynowicza z 31 stycznia 2025 r. Dokument dotyczył przygotowania Krajowego Planu Kryzysowego w zakresie recepcji i azylu. Moskal przedstawił go jako rewelację: „Ujawniam rządową korespondencję – szykują się na olbrzymie fale nielegalnych imigrantów! To dowód, że Tusk kłamie ws. Paktu migracyjnego. Pakt Migracyjny wchodzi w fazę realizacji. Polska zmieni się nie do poznania jeśli tego nie zatrzymamy”. Wpis zdobył ponad milion wyświetleń i stał się podstawą szerokiej narracji opozycji o rzekomym tajnym przygotowaniu do masowej relokacji. Tymczasem treść pisma była jasna i nie zawierała żadnych tajemnic. Szef UdSC prosił resorty i służby o wkłady merytoryczne do planu awaryjnego na wypadek „nieproporcjonalnej do zwykłych warunków” liczby osób ubiegających się o ochronę międzynarodową. Dokument stanowił uzupełnienie i aktualizację Krajowego Planu Zarządzania Kryzysowego oraz standardowej procedury SPO-9 – dokumentów, których tworzenie i okresową aktualizację (co najmniej raz na dwa lata) nakazuje ustawa o zarządzaniu kryzysowym z 2007 roku, uchwalona za pierwszych rządów PiS. Analogiczne procedury istniały już wcześniej, a ich aktualizacja w 2022 r. też przewidywała m.bin. wskazanie dodatkowych miejsc zakwaterowania i, w skrajnych przypadkach, organizację tymczasowych obozowisk. Wspomniane zaangażowanie Wojska Polskiego dotyczyło współpracy cywilno-wojskowej i transportu w sytuacjach kryzysowych, a nie „przewozu nielegalnych imigrantów” w ramach unijnego paktu. Pismo nie było tajne, nie miało klauzuli, a jego treść nie dowodziła wdrażania mechanizmów solidarnościowych paktu migracyjnego ani przygotowań do masowej relokacji. Rząd Donalda Tuska wielokrotnie deklarował, że Polska nie będzie przyjmować migrantów w ramach przymusowych kwot. Fact-checking serwisów takich jak Konkret24 i Demagog uznał przekaz Moskala za manipulację i wyjaśnił, że dokument dotyczył standardowego planowania kryzysowego, a nie realizacji paktu. Moskal przedstawił rutynową aktualizację procedury, obowiązującej już za rządów jego formacji, jako dowód na kłamstwo premiera i początek „zmiany Polski nie do poznania”. To klasyczna manipulacja faktami. Autentyczny dokument, ale całkowicie zakłamany kontekst i wnioski. W debacie publicznej takie działania podgrzewają emocje, utrudniają rzeczową dyskusję o bezpieczeństwie granic i migracji oraz erodują zaufanie do instytucji. #InstytutPrawdy #migracja #bezpieczeństwo #Polska

"A analogia que quero fazer é: um supermercado entrou em Recuperação Judicial. Ele pega um empréstimo para pagar funcionários, para pagar a Recuperação Judicial e aí ele não pode comprar produtos? Carne, feijão, batata, arroz? Os meus produtos são os jogadores. Ele compra produtos mais baratos, vende mais caro e gera receita. Eu sou o gestor de uma empresa de futebol, o meu produto é um atleta. Eu não sou irresponsável por comprar um atleta, eu sou irresponsável se eu não pagar a Recuperação Judicial." 🎙️ Pedrinho, presidente do Vasco. 📸 Reprodução #Futebol #GestãoEsportiva #RecuperaçãoJudicial

Onet.pl 3d

The article emphasizes that the victory of the AfD party in the upcoming elections in Saxony-Anhalt could lead to increasing tensions in relations between Germany and Poland, similar to the way Donald Trump harassed Greenland. (translated)

Kluczowe wybory w Niemczech. "Jeśli wygrają, będą nękać Polskę"

La Spagna ha deciso di prolungare per due settimane i controlli frontalieri dei passeggeri in arrivo dall'Italia via mare o aerea, in risposta alla misura analoga del Viminale #Spagna #Italia #ControlliFrontalieri

La Spagna ha deciso di prolungare per due settimane i controlli frontalieri dei passeggeri in arrivo in Italia via mare o aerea, in risposta alla misura analoga del Viminale #Spagna #ControlliFrontalieri #Italia

The Nixon–Obama analogy can work strongly if framed as two moments when an American president broke an international commitment and the consequences outlived his presidency. @BarackObama On 15 August 1971, Nixon suspended the dollar’s convertibility into gold, effectively ending #Nixon #Obama #InternationalRelations #US

Niesamowite są komentarze pod tym wpisem. Począwszy od tego, że absolutnie nikomu nie smakuje po szurskie teorie o sprzedaży "zachodniemu koncernowi" (był romans z inwestorem i odkup 100%). Owszem, Pasibus zmienił gramaturę (receptury pewnie też) po drodze, jakoś tam optymalizując biznes. To powiedziawszy, są JEDYNĄ w pełni polską siecią lokali własnych, która 👉istnieje ponad dekadę 👉rośnie mając kilkadziesiąt lokali 👉nie odbiega poziomem "soft" (opakowania, wizuale) jak i "hard" (jedzenie) produktu w żaden sposób od analogicznych sieci z zagranicy 👉próbuje ciągle nowych rzeczy - raz lepiej raz gorzej - ale idzie do przodu 👉otworzyli cholera drive-thru przed nami Każdy potrafi wskazać coś, co robią nie tak. Przy czym ucząc się tego biznesu (przypominam, że u nas nie ma dekad historii robienia tego typu sieci jak w innych krajach) i tak są skuteczniejsi niż... Wszyscy inni na ten moment. (tak wiem, o marketingowych wtopach - imo komunikacja właśnie tam najbardziej kuleje) Nie jestem jakimś psychofanem, nie znam szczegółów tego, co dzieje się w środku, ale jeśli kogoś warto u nas obserwować, to właśnie ich. Czy to z patriotycznych czy dowolnych innych pobudek. I nie mam złudzeń, że gdy my zaczniemy szerszą ekspansję, to spotkamy się z podobnym sentymentem. Koszt wzrostu, "kiedyś to było". btw, zjadłem zestaw z Pasika w sobotę wieczór do meczu, smakowało. #Pasibus #polskagastronomia #jedzenie

🗣️ DOMINGO ESPETACULAR | Flávio Bolsonaro explicou a declaração em que citou ações dos Estados Unidos contra embarcações e afirmou que fez uma analogia não uma defesa de uma operação americana no Brasil. Segundo Flávio, a comparação foi usada dentro de uma discussão sobre o combate ao crime organizado. Sem rodeio: explicou o contexto e sustentou o que quis dizer. #FlávioBolsonaro #CombateAoCrime #PolíticaBrasileira

It is official, Iceland has also said no to joining the European Union with a referendum. Similar outcomes were seen in Switzerland in 1992, in Norway in 1994, in Denmark in 2000. When asked, the European peoples always say no to the technocratic construct of Brussels, because (translated)

Vladimir Putin, during a meeting with students from the Moscow State Pedagogical University, used an unusual analogy of the food chain to justify the Russian invasion of Ukraine, comparing alleged orca attacks on polar bears to the reasons for conducting a special military operation. (translated)

Putin znów uzasadnia wojnę w Ukrainie. "Taki jest łańcuch pokarmowy"
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Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “CGAS (Clinical Gender Affirmation Scale) and related gender ideological-belief measures were strongly associated with left-wing authoritarianism” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “CGAS (Clinical Gender Affirmation Scale) was not simply standing in for being politically left-wing” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Support for coercion, punishment, and violence appears to be tied less to liberalism generally than to an authoritarian disposition organized around left-wing ideological content” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Gender ideology may function as an ideological accelerant” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Gender ideology may supply authoritarian psychology with a structured map of perceived outgroups, threat sources, and oppressor classes” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Dissent becomes not a legitimate position but a failure of professional duty or an act of harm” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “The same psychological machinery operates on the extreme left”- Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Violence can come to seem permissible or necessary” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Three findings pull in the same direction. People who strongly endorse gender ideology positions score dramatically higher on left-wing authoritarianism than their political identity alone would predict. Furthermore, both LWA (Left-Wing Authoritarianism) and CGAS (Clinical Gender Affirmation Scale) predicted support for political violence” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Together, these findings support the paper's core claim: gender ideology may function as an ideological accelerant, telling left-wing authoritarian psychology who the enemy is, why the situation is urgent, and—in those already disposed toward force—that violence is legitimate” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “One mechanism by which clinical content may translate into violence permission deserves note. Trans-Genocide Belief—the perceived likelihood that a genocide of individuals that identify as transgender is currently underway in the United States—is predicted to more strongly relate to CGAS (Clinical Gender Affirmation Scale) and LWA (Left-Wing Authoritarianism) than to political identity and to be associated with elevated justification for political violence” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “This prediction is consistent with broader research showing that perceived threat, existential threat, and collective victimhood can increase support for hardline, punitive, or exclusionary action against outgroups, particularly when paired with authoritarian dispositions or strong moral conviction (Armaly & Enders, 2022; Carriere et al., 2022; Hirschberger et al., 2016; Kljajić et al., 2025; Schori-Eyal et al., 2014; Skitka, 2010)” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Related work on moralization and violent intergroup conflict further suggests that when a political conflict is framed as a moral emergency involving dangerous or demonized outgroups, violence can come to seem permissible or necessary (Mooijman et al., 2018; Saguy & Reifen-Tagar, 2022)” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “The practical stakes are straightforward. Research frameworks for understanding authoritarianism have historically focused overwhelmingly on the political right, while analogous left-wing pathways have received far less attention. Yet federal agencies and public safety officials are concerned not only with ideology in the abstract, but with radicalization pathways: the content that tells people who to fear, why the situation is urgent, and when force becomes acceptable” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology “This study suggests that the same psychological machinery operates on the extreme left, and that it may be running through institutional channels—clinical guidelines, professional standards, credentialed expertise—that current threat-detection frameworks are not well designed to recognize” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Violence connected to gender ideology remains largely undocumented in the academic literature. This study provides a first systematic empirical look at the psychological infrastructure that makes such violence conceivable” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Both LWA (Left-Wing Authoritarianism) and CGAS (Clinical Gender Affirmation Scale) were significantly positively correlated with justification for political violence across all six targets” - Where the Clinic Meets the Movement: Does Gender Ideology Arm Left-Wing Authoritarian Psychology? “Our main findings for youth starting treatment with blockers include: At baseline, about one-quarter of these youth had clinically concerning scores for depression and anxiety. About one-quarter reported having thought about suicide, and 8% reported having attempted suicide in the past. These numbers are on par with the population of middle school youth at large” - The Trans Youth Care - United States “Our main findings for youth starting treatment with GAH include: At baseline, about half of these youth had clinically concerning scores for depression and anxiety. About two-thirds reported having thought about suicide, and one-quarter reported having attempted. By two years after starting GAH, these youth showed increased scores for life satisfaction, appearance congruence (having the physical appearance of one's body match one's gender identity), positive emotions, and psychological well-being and decreased scores for depression and anxiety” - The Trans Youth Care - United States

Dalla Compagnia di Gesù alla Compagnia di Satana.  Thomas Reese sj, anima nera dei gesuiti negli Stati Uniti, intitola la sua “confessione”: «Perché odio la vecchia Messa in latino». E chiama quella Messa «uno zombie»: la credeva morta, e invece ritorna.  In fondo Reese non inventa nulla di nuovo. L’eresiarca agostiniano Lutero vomitava bestemmie analoghe: la Messa papale è «la più grande e orrenda abominazione», «la più alta idolatria sulla terra»; «tutti i lupanari, gli omicidi e gli adultèri hanno commesso meno abominio della Messa papista». E precisava il suo programma: «Quando la Messa sarà tolta, avrò rovesciato il Papa del tutto».   Calvino la chiamava «ordinanza diabolica», «la più efficace macchina di Satana».   Cranmer voleva che il popolo odiasse la Messa che un tempo aveva amato.  Reese non odia le rubriche liturgiche: detesta il concetto di Santo Sacrificio. Odia il Canone che non parla al mondo, ma a Dio. Odia la voce della Santa Chiesa che smentisce sessant’anni di eresie e abusi. Per questo “quella Messa” deve scomparire, essere tolta ai giovani, bandita nelle festività: non perché sia morta, ma perché è viva. Lo zombie non è la Messa di sempre: lo zombie è il gesuita Reese! Lo zombie è il prete rinnegato che, dopo aver giurato nelle mani del Vescovo di celebrare quella Messa “ad majorem Dei gloriam”, rimesta nella cloaca del protestantesimo cercando di dare vita al cadavere inanimato del Novus Ordo montiniano.  https://t.co/eNWdrUvGaS #Messa #Gesuiti #Liturgia

Analogamente all'eclissi di Sole del 12 agosto, anche questa lunare impone la scelta di un sito osservativo dal quale l'orizzonte risulti sgombro da ostacoli in direzione ovest. I propri occhi o un piccolo binocolo - ha concluso Masi - sono sufficienti per godere dello spettacolo

Stanotte lo spettacolo dell'eclissi di Luna, il massimo sarà all'alba
www.ansa.it

Z editoriálu aktuálního Reflexu: Premiér republiky Andrej Babiš touží být králem. A to ne jen tak ledajakým monarchou, ale přímo Karlem IV. Hovoří pro to celá řada faktorů, které bych si s vámi dovolil nasdílet. Protože tohle prostě nemůže být náhoda. Oba formovalo od mládí frankofonní prostředí. Karla vychovala Francie, Babiše pak Maroko a Švýcarsko. Oba si změnili jméno. Z Václava se v roce 1323 stal Karel. Z Babiše se v roce 1982 stal Bureš. Zatímco Karel měl čtyři manželky, Babiš stihl zatím jen dvě. Pracovně se ale obklopuje čtyřmi důležitými ženami – šéfkou Úřadu vlády ČR Tünde Bartha, správkyní sociálních sítí Anetou Zicklerovou, poradkyní pro svobodu slova s královským platem Natálií Vachatovou a ministryní financí Alenou Schillerovou. A teď trochu premiérovy oblíbené numerologie. Když Česko slavilo v roce 2016 sedm set let od narození českého panovníka, získal Andrej Babiš cenu pro ministra financí roku. Českým králem byl Karel korunován 2. září, tedy ve stejný den, kdy má Babiš narozeniny. Karel IV. zemřel ve věku 62 let a Andrej Babiš se v 63 letech stal premiérem. Nemůže být pochyb o tom, že premiér je prostě pokračovatelem lucemburského odkazu. Ta podobnost pak není jen v číslech a životní cestě, ale hlavně v činech. Tady můžeme najít vysvětlení pro častou Babišovu chaotičnost. Jenže co připadá neinformovanému pozorovateli jako série nesouvisejících kroků, to je pro člověka obeznámeného s podobností s Karlem IV. řada naprosto logických událostí. Čapí hnízdo je novodobým Karlštejnem. Pravidelná nedělní hlášení a dřívější pořad Čau lidi! má ve 14. století ekvivalent jménem Vita Caroli, tedy Karlovy vlastnoručně psané biografie. Co jiného je plánování vládní čtvrti v Letňanech než jasná analogie k budování Nového Města pražského? Rubíny svatováclavské koruny závistivě blednou před sytě červenou kšiltovkou s nápisem Silné Česko. Celý text níže ⬇️ #Babiš #KarelIV #politika

Fãs estão recebendo CÂMERAS ANALÓGICAS ao entrar no evento "Jão: Cada Lembrança Nos Trouxe Até Aqui" 🌼 https://t.co/NXDlQp1VqM #Jão #Evento #Fotografia

A

Z našeho letenského kopce se dostáváme blíž k Holešovicím. Tentokrát nakoukneme do Heřmanovy ulice, která rozevírá Korunovační a Milady Horákové ↩️ Kousek nad Okem se totiž nachází nenápadný, útulný obchůdek, kde si přijdou na své fanoušci analogových nosičů zvuku 📻 https://t.co/dHNBi6EqB5 #Praha #Hudba #Obchody

🚨 Per Leao situazione analoga nelle richieste del Milan che non si sono modificate dal summit della scorsa settimana (60M anche tramite bonus ma con una base di 50M). Distanza con Aston Villa sia club to club che per ingaggio di Leao. Proposto anche al Tottenham come riportato da @footballkush Galatasary con offerta di ingaggio più alta di tutti, ma distante dalla richiesta del Milan per il cartellino. #Calciomercato #Leao #Milan

Silvinei Vasques merece ser lembrado como um dos mártires da ditadura judicial brasileira. Não bastasse tudo o que passou - perseguição, processo injusto, condenação absurda, fuga para o Paraguai seguida de captura e deportação -, agora a besta-fera deu o arremate final na tortura que vem impondo ao ex-Diretor da Polícia Rodoviária Federal: cassou a sua aposentadoria. O Código Penal prevê que um dos efeitos da condenação é a perda do cargo público para quem recebe pena superior a 4 anos de prisão por crime comum. Só que o Silvinei Vasques já não estava mais na ativa. Ele se aposentou ainda em dezembro de 2022. Sua situação previdenciária, portanto, já estava consolidada. Uma aposentadoria dentro da lei, concedida quase quatro anos antes dessa decisão de agora. E é justamente aí que mora o problema. A norma do Código Penal que prevê a perda do cargo, o artigo 92, I, b, fala em perda de cargo, função pública ou mandato eletivo. Ela não fala em cassação de aposentadoria, e a lei penal não pode ser interpretada em desfavor do réu ou condenado. Trata-se de jurisprudência do próprio STJ. Em fevereiro desse ano, a Sexta Turma do STJ julgou o Agravo em Recurso Especial 2.761.474, relatado pelo ministro Sebastião Reis Júnior, e fixou a tese, nas palavras do próprio tribunal: "a perda de cargo público prevista no artigo 92, inciso primeiro, do Código Penal não se aplica a agentes públicos já aposentados". E não é um entendimento novo. Já em 2016, a mesma Sexta Turma do STJ, também sob a relatoria do ministro Sebastião Reis Júnior, decidiu no Agravo em Recurso Especial 1.529.620 que o artigo 92 do Código Penal apresenta hipóteses estreitas de penalidade, entre as quais não está a perda da aposentadoria, e que, por se tratar de norma penal punitiva, esse dispositivo não admite analogia contra o réu. Ou seja: há dez anos o STJ já dizia isso, e repetiu isso agora em fevereiro, exatamente o oposto do que Moraes decidiu contra Silvinei. #Justiça #DireitosHumanos #DitaduraJudicial

Co to jest za cyrk? Polski prokurator generalny powołuje zespół 100 PROKURATORÓW do ścigania wszystkich przejawów nienawiści wobec Ukraińców? A ja chciałbym się spytać, czy już analogiczny zespół, ale wobec Polaków powstał na Ukrainie lub w Polsce? NIE. https://t.co/QZ4WiBP2AY #Polska #Ukraina #nienawiść