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#ASF

We also discussed animal health: on African swine fever, 🇫🇮 authorities have acted swiftly. @EU_Commission is working closely with them to keep the situation contained & support 🇫🇮 where needed. ASF is a clear reminder that prevention, preparedness & rapid action are essential. #AnimalHealth #AfricanSwineFever #EUCommission #FI

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Jak wiadomo gdy remonty robił PiS to zawsze wszystko było przejezdne i bez korków. Asfalt wymieniali magiczną różdżką. Przekaz od cweli dla debili. #remonty #PiS #polityka

🚨 O Super El Niño pode ter o seu pico na mesma época dos shows do BTS na América do Sul, principalmente nos shows do Brasil 🚨 Faltam menos de dois meses para o BTS dominar o MorumBIS nos dias 28, 30 e 31 de outubro, e precisamos falar muito sério sobre a preparação para o clima. O Brasil inteiro já está sentindo os impactos diretos do Super El Niño de 2026, e as previsões alertam que o fenômeno se aproxima do seu pico de intensidade máxima justamente durante a passagem dos meninos pelo país. Os extremos climáticos já são uma realidade assustadora agora em setembro. Enquanto a região Sul enfrenta chuvas volumosas e enchentes, e o Norte sofre com uma seca histórica e fumaça, o Sudeste está sendo sufocado por bloqueios atmosféricos implacáveis. Isso significa que São Paulo está presa em um ciclo perigoso de ar seco e ondas de calor que beiram os 40°C. Com a instabilidade típica da primavera adicionada a essa equação durante a semana da tour, o cenário para o entorno do MorumBIS exige muito cuidado e planejamento. Aqui está o que nos aguarda e como precisamos nos preparar: Calor Brutal nas Filas 🥵 A previsão é de temperaturas muito acima da média histórica. Passar o dia no asfalto quente e sem sombra ao redor do estádio vai ser um teste de resistência pesado. O foco absoluto deve ser em roupas respiráveis, bonés, óculos de sol e aplicação constante de protetor. A hidratação precisa ser redobrada para ninguém desmaiar antes de o show começar. Tempestades de Fim de Tarde ⛈️ Esse calor extremo funciona como uma bomba-relógio diária. Quando a umidade sobe à tarde, o risco de chuvas rápidas, porém violentas, é imenso. Como a pista e a maior parte das arquibancadas do MorumBIS não têm cobertura, uma capa de chuva reforçada (evitem as de plástico fino que rasgam no primeiro vento) é item obrigatório de sobrevivência na mochila. A sensação térmica a noite pode variar, de abafada para fria, então tenham em mente na hora de montar o look de vocês uma jaqueta, ou um casaco leve, para usar na saída do show. ⚠️ Iremos atualizar vocês quando chegar mais perto sobre previsão do tempo de como vai estar a cidade de São Paulo nos dias 28, 30 e 31 de outubro. Por enquanto já vão planejando o plano B e C para os looks e lembrem-se, a saúde de vocês vem em primeiro lugar! 💜 #SuperElNiño #BTS #Clima

Il Post 3d

Giulia Ballestri, killed in 2016 by her husband Matteo Cagnoni in Ravenna, became a victim of a femicide linked to her husband's suffocating control and his refusal to accept the separation, which questioned her social image. (translated)

Un delitto e il vizio culturale di mente

The government confirms new actions and additional funding to combat African swine fever. To enhance hunting, the reward for hunted wild boar samples will be increased to 500 euros until the end of 2026. #ASF #swinefever 🧵. - Government Council (translated)

Why would raising rates again suffocate SMEs without halting inflation? (translated)

SARA'S DIARY in Gaza. SUFFOCATION Days, weeks, and months go by and life suffocates in Gaza. Sara insists every time she goes out on her desire to find a daycare to be able to learn and have friends. Her mother is worried about safety... (translated)

SOBRE EL PRESUPUESTO 2027 La anunciada reducción del presupuesto Nacional presentado en julio pasado por 575.6 Billones de pesos, con la supuesta reducción del gasto público, no fue más que un anuncio para los titulares de medios. Presenta el nuevo gobierno un presupuesto de 635 Billones, con un incremento de 52.9 Billones respecto al presentado por el Gobierno Petro y se derrumban todas las falacias que habían expresado Este presupuesto evidencia dos realidades: primero que la fuente de financiación está soportada en un endeudamiento inusitado del país y segundo que incorpora todo el gasto asociado al desastre por el terremoto del 10 de agosto, sin ninguna fuente de financiación distinta al endeudamiento. Deuda, Deuda, es el coro con que actúan los actuales funcionarios del Ministerio de Hacienda. Hasta hace poco hablaban del endeudamiento del Gobierno pasado cuando las cifras decían lo contrario; en el 2022 se recibió el gobierno con una deuda que venia del 60.7% del PIB y en 2026 se había reducido y estabilizado en un 57,9% del PIB, ahora pretenden llevarla en 2027 a un 66,2% del PIB. ¿Dónde están los escandalizados analistas? La propuesta del Gobierno Petro, reconocía la existencia del desequilibrio fiscal y para 2027 proponía una reforma tributaria que aportara recursos por 22 Billones, 32.7BILL en el 2028, 34,9BILL en el 2029 y 37,0BILL en el 2030, buscando un ajuste en el mediano plazo, a partir de nuevos ingresos tributarios que den sostenibilidad a las finanzas públicas. Proponía un modelo de tributación progresiva que concentre el esfuerzo tributario en las altas rentas y patrimonios de personas naturales, el sector financiero y la producción de hidrocarburos. El nuevo gobierno no solo incrementa el gasto, sino que plantea una perspectiva de insostenibilidad de las finanzas públicas, que solo se maneja a través de endeudamiento público, con lo cual solo resuelve la inmediatez de las necesidades de recursos y socializa el costo del ajuste fiscal en toda la población, con un endeudamiento que elevará de manera extraordinaria el servicio de la deuda, reduciendo la capacidad de inversión social del presupuesto. Como gran logro en su documento de presentación, plantea que han reducido la tasa de interés de colocación de los TES COP al 12.5%, cuando en el mes de junio se colocaron al 12.5% y en julio al 12.2%. Los recursos para atender el servicio de la deuda están totalmente cubiertos en el presupuesto de 118 billones para el 2027, presentado por el gobierno Petro. El incremento en el servicio de la deuda proyectado en el nuevo presupuesto, supone un endeudamiento significativo en el segundo semestre de 2026. Hablan de desfinanciamiento de algunos rubros como el pago de pensiones, pero no informan que sucede con los traslados de los ahorros de pensionados que se han trasladado de los fondos privados (AFP) a Colpensiones, que mantienen retenidos más de 8 Billones en las AFP y generan una asfixia de caja a Colpensiones. Hablan de 2 Billones para el sistema de salud, desconociendo el extraordinario esfuerzo realizado con el pago ajustado de las UPC a las EPS, que se han convertido en un barril sin fondo del presupuesto público, con evidente despilfarro de recursos. Hablan de 9,6 Billones para el FEPEC, como si la brecha que se genera con el precio internacional de la gasolina no se cerrara con incrementos en el precio del combustible de acuerdo al precio internacional, como lo hizo el gobierno Petro. Quieren repetir lo actuado por Duque dejando una deuda insostenible al presupuesto nacional de 80 Billones. Los 4.5 Billones supuestamente faltantes para salarios de los funcionarios públicos, están asociados al incremento del 9.1% en la nómina que proyecta el nuevo gobierno, al pasar de 99.000 a 108.000 los funcionarios de la rama ejecutiva Descubrieron por otro lado, los funcionarios del nuevo gobierno, que había inflexibilidad en el gasto por obligaciones constitucionales y legales y por lo tanto sigue... #Presupuesto2027 #DeudaPública #FinanzasPúblicas

In Barcelona, we sacrifice ourselves for some yachts, some bicycles, a strange man in a white suit, an eclipse, and some cars damaging the asphalt. (translated)

Zoltán 6d

🇵🇱 Drodzy Przyjaciele z Polski! Czas wsiąść na rower. I powiedzmy to sobie szczerze, bez owijania w bawełnę: w tej kategorii odjechaliście nam tak daleko, że ledwo widzimy Wasze tylne czerwone światełka na horyzoncie. 🚴‍♂️💨 ​U Was? Trasy rowerowe to nie jest po prostu kawałek asfaltu - to absolutny majsterszsztyk inżynierii i turystyki. Velo Dunajec, Velo Baltica czy potężny Green Velo. Jedziesz setki kilometrów po gładkim jak stół asfalcie, odseparowanym od ruchu aut. Do tego dedykowane mosty rowerowe, profesjonalne stacje naprawcze z narzędziami, zadaszone Miejsca Obsługi Rowerzystów (MOR), a w nocy na niektórych odcinkach świecąca w ciemności nawierzchnia. Czysty zachwyt, kultura i poziom, który zawstydza Europę Zachodnią. Szacunek! ​A u nas na Węgrzech? No cóż… u nas budowa ścieżki rowerowej to często proces czysto mistyczny. 😉 W teorii mamy trasy, w praktyce? Jedziesz sobie spokojnie i nagle asfalt urywa się w szczerym polu kukurydzy. W małych miasteczkach i wsiach nasza „infrastruktura” to zazwyczaj krzywo namalowany żółty pasek farby na dziurawym chodniku, gdzie musisz slalomem omijać kosze na śmieci, słupy elektryczne i szczekające przy płocie psy. Oczywiście mamy piękne perełki (jak runda wokół Jeziora Cisa), ale zrobienie spójnej, setkikilometrowej trasy przez cały kraj bez wpadania co chwilę pod koła tirów na drodze krajowej to u nas wciąż sport ekstremalny. ​Zupełnie dwa różne podejścia. Wy zbudowaliście rowerowe autostrady przyszłości, a my… wciąż czekamy, aż farba wyschnie na starym krawężniku. ​Czapki z głów dla Waszych projektantów! Kto z Was testował już Velo Małopolska albo Velo Baltica? Dajcie znać, czy na żywo robi to aż takie wrażenie! 🚲🛣️ ​#Polska #Węgry #Rower #VeloDunajec #VeloBaltica #GreenVelo #VeloMałopolska #Infrastruktura #PolakWęgier #Rower #Polska #Węgry

Desde Washington Estados Unidos no permitirá el nuevo acuerdo comercial de México con la Unión Europea, el objetivo es seguir asfixiando la economía mexicana mientras gobierne Morena. #México #Comercio #Economía

🇪🇦 CEUTA, LA LÍNEA DE FRENTE: CUANDO EL ESTADO ABANDONA A QUIENES SOSTIENEN EL DIQUE Sobre el asfalto ardiente de Ceuta, los uniformes ya no son más que siluetas de impotencia. Mientras las olas de una inmigración desesperada rompen por miles en las costas de este enclave español, quienes se supone que deben mantener la línea viven un descenso a los infiernos cotidiano. El espectáculo es abrumador: policías nacionales y guardias civiles reducidos a observar, impotentes, flujos humanos que se les ordena contener sin darles los medios para hacerlo. UNA QUIEBRA INSTITUCIONAL TOTAL El verdadero drama que se juega aquí no es solo humanitario: es el de un colapso institucional completo. Los agentes describen un caos operacional permanente. Las órdenes caen, se contradicen, se anulan. Un día es la tolerancia para evitar el estallido; al día siguiente, es la consigna de una firmeza imposible de aplicar con efectivos esqueléticos. Esta veleta política agota a unas tropas que ya están al borde de la ruptura psicológica. LA INCOMPETENCIA DEL GOBIERNO CENTRAL Se lee en esta incapacidad crónica para anticiparse. ¿Cómo explicar que los refuerzos lleguen siempre demasiado tarde, que los protocolos cambien al ritmo de los pánicos mediáticos de Madrid, dejando el terreno sin un mando claro ni una estrategia permanente? El Ministerio del Interior gestiona la crisis desde despachos climatizados a cientos de kilómetros, lejos de las porras gastadas, de los cascos demasiado pesados y de la angustia de estos funcionarios sacrificados en el altar de la diplomacia y del cálculo político. UNA DOBLE PENA PARA QUIENES SOSTIENEN LA LÍNEA Mientras el ejecutivo tergiversa y encadena comunicados tranquilizadores, los hombres y mujeres de uniforme se ahogan. Sufren la doble pena: el abandono de su jerarquía y la violencia de una situación inmanejable. En Ceuta el dique se rompe, y el Estado, por su pusilanimidad y su absoluta incompetencia, mira cómo sube el agua sin tenderle la mano a quienes se ahogan intentando retenerla. #Ceuta #Inmigracion #GuardiaCivil #PoliciaNacional #CrisisMigratoria #España #SeguridadInterior #IncompetenciaPolitica #Fronteras #AbandonoDeEstado

The case of Lindsay Clancy, who suffocated her three children and pleaded not guilty due to mental health issues, sparked intense debate about the failures of the maternal mental health system in the U.S. and provoked conspiracy theories on social media, dividing public opinion between compassion for the mother's mental health struggles and outrage at the deaths of the children. (translated)

Psicose pós-parto ou crime planeado? O caso que parou os EUA

Hasta el 3 ocasiones, en las últimas semanas, ha dicho el Ministro de justicia marroquí que «Ceuta y Melilla pertenecen a Marruecos». No les ha debido parecer suficiente que Marruecos, por causa de la cuestión del Mundial, ha am3nazado a España con romper relaciones comerciales. Pues bien, aquí un recordatorio sobre lo del Mundial y de que quien tiene la capacidad de asfixiar económicamente es España a Marruecos. Lo sabe nuestro Gobierno, pero insiste en llamar a Marruecos «socio confiable y leal» y no dar ninguna de las respuestas firmes debidas para las que tenemos capacidad. #Marruecos #CeutayMelilla #PolíticaExterior

E

The USA has threatened new sanctions against any country, including China, that maintains trade relations with Iran, in an attempt to suffocate the Iranian regime's economy, which has led Tehran to warn that it will respond with economic reprisals. (translated)

EEUU amenaza con nuevas sanciones a cualquier país que comercie con Irán, incluido China: "Es momento de elegir"
Zoltán 2w

🇵🇱 Drodzy Przyjaciele z Polski! ​Po Pendolino, Paczkomatach i Żabkach znowu spojrzałem na mapę... i znowu zbieram szczękę z podłogi. ​Pamiętacie rok 2004 i wejście do UE? Wtedy u Was było ledwie ~720 km dróg szybkiego ruchu. U nas na Węgrzech? Ponad 800 km. Patrzyliśmy na Was trochę z góry, no bo przecież "my mamy autostrady". ​A dzisiaj? Kosmos. ​Oficjalne dane GDDKiA mówią same za siebie: 5593 km (z czego 1950 km to autostrady, a reszta to ekspresówki), w tym roku kolejne ~290 km, a cel to prawie 8000 km. Prawie 8-krotny wzrost! ​U nas? Dobiliśmy ledwo do jakiś 2000 km. Czyli u nas tempo ślimaka (zaledwie 2,5 raza więcej), u Was absolutna rakieta. ​Ale najgorsze nawet nie są same kilometry. Chodzi o samą logikę. ​U nas każdy kilometr asfaltu jest przyspawany do stolicy. Klasyczny układ promienisty: M1, M3, M5, M7... Wszystko musi przejść przez Budapeszt. Chcesz przejechać z zachodu na wschód kraju bez wbijania się na wiecznie zakorkowaną obwodnicę M0? Zapomnij. Telepiesz się bocznymi drogami przez wioski. ​A u Was? Zbudowaliście prawdziwą, nowoczesną sieć (grid). A1, A2, A4, potężne S3, S7, S19... Całe regiony gadają ze sobą bezpośrednio, bez pytania Warszawy o zdanie. ​Ktoś pewnie wyciągnie kalkulator: "No ale Węgry mają gęstszą sieć na 1000 km²!". Może na papierze tak... Tylko co mi z gęstości, skoro stoimy w jednym wielkim korku pod Budapesztem, a Wy w tym czasie śmigacie płynnie z Gdańska w Tatry? ​Szacun za tę robotę. Zrobiliście cywilizacyjny skok, o którym my możemy tylko pomarzyć... A w następnym poście zajrzymy do portfela: ile u Was i u nas kosztuje jazda po tych drogach i za ile buduje się 1 km asfaltu... Spoiler: tam też jest nokaut! 👀 ​#Polska #Węgry #Autostrady #GDDKiA #Drogi #Infrastruktura #PolakWęgier #Polska #Drogi #Infrastruktura

Column: De beschaafde liquidatie Max von Kreyfelt Pim Fortuyn werd op 6 mei 2002 vermoord door Volkert van der Graaf. Voor een politieke opdrachtgever is nooit bewijs gevonden. Den Haag ontdekte daarna dat een politieke opstand ook zonder kogels kan worden geliquideerd. Dat oogt democratischer en scheelt complottheorieën. In 2026 richt een liquidatieproject op. Project 2029 lijkt precies voor dat doel uit de Haagse kraamkamer te zijn getrokken. Het moet niet links bestrijden, Nederland bevrijden of de macht van Brussel breken. Het moet voorkomen dat de electorale opmars van FVD uitgroeit tot werkelijke politieke macht. Daarvoor wordt Mona Keijzer uit de bestuurlijke vitrinekast gehaald. Zij moet de frisse buitenstaander spelen, hoewel ze al zo lang deel uitmaakt van het politieke meubilair. Keijzer belooft een nieuw rechts geluid. Dat is vertederend. Het CDA heeft kennelijk besloten zichzelf opnieuw uit te vinden door een voormalige CDA’er een andere verpakking te geven. Een beetje BBB-groen op het doosje, een flinke foto van Mona erop en klaar is de revolutie. Rond Project 2029 ruikt alles naar dezelfde vertrouwde politieke kringloop. Oude bestuurders noemen zichzelf vernieuwers, partijmedewerkers veranderen in onafhankelijke denkers en mensen die jarenlang hielpen het systeem te onderhouden komen nu uitleggen hoe dapper zij het gaan bestrijden. De pyromaan presenteert zich als brandpreventie-expert. Wierd Duk, de integriteit-makelaar, mag ondertussen de komst van de nieuwe verlosser aankondigen. Keijzer zou tientallen zetels kunnen halen. Natuurlijk. In Den Haag worden verkiezingsuitslagen alvast geschreven voordat de kiezer heeft begrepen dat hij ergens enthousiast over moet zijn. Het mechanisme is eenvoudig. FVD groeit, dus verschijnt er een keurige opvangbak voor kiezers die verandering willen, maar door de media geleerd hebben dat Forum eng is. Project 2029 mag dezelfde onderwerpen benoemen en dezelfde zorgen herkennen, zolang iedere wezenlijke breuk uitblijft. De toon wordt rebels, de uitkomst betrouwbaar. Dat is de moderne politieke liquidatie. Geen bloed op het asfalt, maar stemmen in een opvangreservoir. Geen moordwapen, maar een mediacampagne. Geen dader die wordt afgevoerd, maar consultants die elkaar na afloop feliciteren met de geslaagde verbreding van rechts. FVD hoeft niet verboden of verslagen te worden. Het hoeft slechts klein genoeg te blijven. Beproefd bij de alternatieve media. Daarvoor verdeel je de kiezer over steeds nieuwe partijen, waarna dezelfde bestuurlijke klasse hoofdschuddend vaststelt dat rechts zo hopeloos versnipperd is. Wat een succesvol NCTV beleid. Project 2029 is daarom geen bedreiging voor het bestel. Het is het afweersysteem van dat bestel. Mona Keijzer wordt niet gelanceerd om de macht te breken, maar om de klap van de groeiende FVD-aanhang op te vangen voordat die het Binnenhof bereikt. Fortuyn werd door een mens geliquideerd. Bij FVD probeert men het met de kiezer te liquideren. 📌 Heeft u mijn bundel al? https://t.co/y64gXJ5yrY 📌 Steunt u mij ook? https://t.co/V2P6pFuNy1#Politiek #Democratie #Nederland

Arthur Melo dziś oficjalnie rozwiązał swoją umowę z Juventusem za porozumieniem obu stron. [@juventusfc] 📝 https://t.co/AsfZNYPJWD #Juventus #ArthurMelo #TransferNews

Firma planuje zrobić nam integrację we wrześniu. Plan jest prosty. Najpierw mamy gdzieś pojechać i ścigać się jakimiś starymi samochodami po torze. Potem hotel. Kolacja. Nocleg. Rano śniadanie i powrót. Kilka dni temu HR wysłał maila organizacyjnego. Czytam. Godzina zbiórki. Adres. Co zabrać. I nagle: „Prosimy zabrać drugą parę butów, najlepiej taką, którą można ubrudzić.” Przeczytałem jeszcze raz. Drugą parę butów. Nie zrozumiałem. Przez chwilę myślałem, że to literówka. Może mieli na myśli: „drugą skarpetę”. To by miało sens. Człowiek ma dwie nogi. Potrzebuje dwóch skarpet. Ale dwie pary butów? Po co? Przecież nie da się nosić dwóch par jednocześnie. Zapytałem kolegę obok: - Ty rozumiesz, o co im chodzi z tymi butami? - No żeby mieć jedne na tor, a drugie później do hotelu. Spojrzałem na niego. - Jakie „drugie”? - No drugą parę. - Masz dwie pary butów? Zaśmiał się. Myślał, że żartuję. Nie żartowałem. - No pewnie. Mam więcej. Zrobiło mi się dziwnie. - Ile? - Nie wiem. Z osiem, może dziesięć. Dziesięć. Par. Czyli dwadzieścia butów. Dla jednego człowieka. Przy dwóch stopach. To jest pięciokrotne przewymiarowanie infrastruktury. Zacząłem pytać innych. Okazało się, że sytuacja jest dużo poważniejsza. Jeden miał buty do biegania. Buty na siłownię. Buty zimowe. Buty „na wyjście”. Jakieś sneakersy. Jakieś mokasyny. I osobne buty do garnituru. Siedem różnych klas aktywów opartych o jedną parę stóp. - A po co ci buty do biegania? – zapytałem. - Do biegania. - A w tych zwykłych się nie da? Popatrzył na mnie jak na wariata. Przez ostatnie sześć lat biegałem na autobus w tych samych butach, w których później siedziałem osiem godzin w biurze. Nigdy nie zgłaszały problemu. Wróciłem do maila. „Druga para do ubrudzenia.” Najbardziej zastanawiało mnie słowo „do ubrudzenia”. Przecież buty właśnie do tego są. Są między człowiekiem a ziemią. Ich podstawową funkcją jest przyjmowanie na siebie konsekwencji kontaktu z chodnikiem. Jeżeli boisz się ubrudzić buty, to znaczy, że kupiłeś złe buty. Albo za drogie. W domu spojrzałem na swoją parę. Czarne. Uniwersalne. Trochę starte z boku. Podeszwa już nie była może geometrycznie idealna, ale nadal oddzielała stopę od asfaltu. Czyli spełniała KPI. Miałem je od kilku lat. Były ze mną w pracy. Na weselach. Na pogrzebie. W górach raz też były, chociaż tego dnia faktycznie miały trochę gorsze wyniki. Ale przetrwały. Nie widziałem powodu, żeby teraz nagle tworzyć dodatkowy magazyn obuwia tylko dlatego, że firma wynajęła nam tor z samochodami. I pomyślałem sobie, jak bardzo konsumpcja weszła ludziom do głowy. Najpierw wmówili im, że potrzebują butów. Potem, że potrzebują różnych butów do różnych czynności. A na końcu stworzyli społeczeństwo, w którym dorosły mężczyzna jedzie na jedną noc do hotelu i zabiera ze sobą zapasowe obuwie. #FIRE #konsumpcja #buty #życie